X

Olá! Você atingiu o número máximo de leituras de nossas matérias especiais.

Para ganhar 90 dias de acesso gratuito para ler nosso conteúdo premium, basta preencher os campos abaixo.

Já possui conta?

Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo

Polícia

Versões diferentes para explicar mortes em operação do BOPE

Policiais invadiram casa, atiraram em dois homens e levaram corpos para uma Upa


Imagem ilustrativa da imagem Versões diferentes para explicar mortes em operação do BOPE
Rhaldney Fernandes da Silva Caluete, 32, (à esquerda) e Bruno Vicente da Silva, 28 anos, morreram durante abordagem policial no Detran |  Foto: Reprodução da TV Tribuna/Band (Canal 4)

Nove Policiais Militares que fizeram abordagem em residência localizada na comunidade do Detran, no bairro da Iputinga, Zona Oeste do Recife, passaram a terça-feira (21) prestando depoimentos para esclarecer a morte de dois homens durante a ação. Eles são do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e foram ouvidos pela Diretoria de Polícia Judiciária Militar (DPJM).

Em vídeo divulgado nas redes sociais, os PMs aparecem derrubando uma porta para entrar no imóvel e, em seguida, as imagens mostram os profissionais da segurança levando os corpos para dentro de um camburão em lençóis.

Os mortos são Rhaldney Fernandes da Silva Caluete, 32 anos, e Bruno Vicente da Silva, 27 anos. Segundo a versão dos familiares, que não compareceram à corregedoria para prestar depoimentos por medo, os dois não tinham antecedentes criminais, nem atiraram nos PMs, como foi contado pelos policiais quando a abordagem aconteceu.

Em entrevista à TV Tribuna/Band (canal 4), conduzido por Moab Augusto, os familiares disseram estar com medo.

Parentes das vítimas contaram à repórter Rafaella Pimenta que nada foi encontrado na casa. E os rapazes teriam sido executados, mesmo depois de rendidos. A mãe, a esposa grávida e uma prima com uma bebezinha no braço foram retiradas do local antes da execução.

Tanto Rhaldney quanto Bruno seriam pais em breve. Bruno também era jogador de futebol na comunidade e sua casa tinha vários troféus.

A morte dos dois provocou protestos. Moradores atearam fogo num ônibus na BR-101, próximo ao Atacadão, e bloquearam a passagem no local, provocando medo em clientes do supermercado, que não sabiam o que estava acontecendo.

Os policiais envolvidos destacaram ter levado os corpos para serem socorridos na UPA da Caxangá, mas eles chegaram sem vida. A PM ainda disse que foram encontrados, no local,

duas armas calibre 38, 520 gramas maconha e 600 crack. A quantidade de drogas para ser considerada tráfico é subjetiva, depende de cada juiz, mas essa quantidade normalmente é de usuário. (Mais informações em breve)

A PM foi indagada se os policiais militares que participaram do caso ainda estão detidos. Não houve resposta.

Veja vídeo da reportagem da TV Tribuna



Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Leia os termos de uso

SUGERIMOS PARA VOCÊ: