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Polícia

Amigos e familiares de enfermeira morta em acidente protestam por Justiça

Meridérnia Maria morreu após uma BMW em alta velocidade colidir com o seu carro


Imagem ilustrativa da imagem Amigos e familiares de enfermeira morta em acidente protestam por Justiça
Manifestantes cobram Justiça e transparência após um mês da trágica perda |  Foto: Reprodução da TV Tribuna

Amigos e familiares de Meridérnia Maria da Silva Lima, de 57 anos, realizaram um protesto no Derby, Centro do Recife, exigindo Justiça, 30 dias após a enfermeira perder a vida em um acidente de trânsito.

Meridérnia era a motorista do veículo modelo Kwid, que foi fortemente impactado por um carro de luxo BMW em 17 de outubro, na Avenida Conselheiro Aguiar, em Boa Viagem. O acidente também envolveu uma criança de cinco anos, sua mãe de 25 anos e a irmã de Meridérnia, Dalvanise Maria, de 57 anos.

Os manifestantes reivindicam que o incidente seja categorizado como homicídio doloso, indicando a intenção de matar. O motorista responsável, Jefferson Xavier de Araújo, de 26 anos, foi liberado pela polícia sem prestar solidariedade à família, e há queixas sobre a falta de documentos que comprovem o teste do bafômetro. Imagens mostram o veículo de Jefferson em alta velocidade antes da colisão.

Além disso, parentes e amigos de Meridérnia solicitam a transferência da investigação para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em vez de permanecer na Delegacia de Delitos de Trânsito, onde está sendo tratada atualmente.

Tânia Cléia, cunhada de Meridérnia, questionou a diferença no tratamento legal, mencionando um caso semelhante na Avenida Recife, onde o esposo de uma vítima fatal foi preso e encaminhado para audiência de custódia. Ela levanta a questão sobre a aplicação seletiva da lei e expressa preocupação sobre quem pode ser a próxima vítima de Jefferson.

“O pau que bate em Chico não bate em Francisco. Houve outro acidente na Avenida Recife, onde houve uma morte, o esposo era o motorista e ele foi preso e encaminhado para a audiência de custódia. Por que, com Jéfferson, no Recife, não houve? A lei que é para um não é para outro. Quem vai ser a próxima vítima de Jefferson?”, indagou a cunhada, Tânia Cléia.

Veja mais detalhes no Jornal da Tribuna, 1º edição, conduzido por Moab Augusto. A reportagem é do jornalista Carlos Simões.


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