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PERNAMBUCO QUE ENCANTA

Vinho e maresia: Alessandro Albertini resgata uva extinta há 500 anos em Itamaracá

Aline Moura | 25/02/2026, 16:00 h | Atualizado em 25/02/2026, 21:14
Pernambuco que encanta

Aline Moura

Carregando na bagagem experiências de sobra no Diario de Pernambuco e na Folha de Pernambuco, jornais em que atuou em todas as áreas, exceto esportes, Aline Moura integra o time do Tribuna Online PE. E com o seu olhar jornalístico, através da coluna “Pernambuco que encanta”, busca valorizar o que há de melhor nos municípios pernambucanos.

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          Imagem ilustrativa da imagem Vinho e maresia: Alessandro Albertini resgata uva extinta há 500 anos em Itamaracá
Da Vinícola Albertini, ou Videira que dança, dá para ver o mar, apenas a 800 metros de distância |  Foto: Divulgação/Arquivo pessoal

O sol de da Ilha Itamaracá, no Litoral Norte de Pernambuco, não pede licença; ele invade e expande a beleza do mar verde-esmeralda. E é sob esse clarão que Alessandro Victor Patricio Albertini, 52 anos, executa sua liturgia diária. A apenas 800 metros das ondas do Atlântico — a menor distância entre uma vinícola e o mar em todo o Nordeste, e possivelmente no país — a maresia não é apenas um detalhe geográfico, é um ingrediente.

Ela tempera o ar, oxida o ferro e salga, de leve, a casca das uvas. Ali, o homem que já carregou o peso de dois pós-doutorados e três patentes científicas hoje carrega baldes de esperança. Para cuidar da plantação na ilha ensolarada, Alessandro trocou o jaleco branco das federais pelo "sungão" e o protetor solar.

Trocou os laboratórios pela pulsação da terra. Ele é o Alquimista de Itamaracá, o único produtor do Brasil a cultivar a Trousseau, ou "Bastardo", a videira que os portugueses trouxeram em 1500 e que o tempo, ingrato, quase apagou da memória do Brasil. Há cerca de 500 anos, portanto, esta uva não era cultivada no país e ele a trouxe de volta, com direito a registro em seu nome no Ministério da Agricultura.


          Imagem ilustrativa da imagem Vinho e maresia: Alessandro Albertini resgata uva extinta há 500 anos em Itamaracá
A Vinícola Albertini fica perto do Forte de Orange, uma das mais belas imagens da Ilha de Itamaracá |  Foto: @renato.assis.photos/reprodução das redes sociais

A Vinícola Albertini também é conhecida como “Videira que dança”, uma alusão ao nome tupi dado à ilha no passado: "Pedra que canta".

O lugar é um manifesto contra a industrialização do espírito. Enquanto o mercado busca o brilho asséptico do aço inox e o luxo das barricas de carvalho francês, Alessandro enterra seu patrimônio no barro.

Seu vinho ferve dentro de jarras de Tracunhaém, trazidas da Mata Norte e protegidas pelo silêncio do 'Calabouçozaço', um buraco de dois metros de profundidade que cavou no próprio quintal para preservar a temperatura das uvas. Ele usou uma das técnicas mais antigas do mundo.

Naquela escuridão, acontece a alquimia que Robert Louis Stevenson, autor de A Ilha do Tesouro, definiu com precisão, ainda no século 18: "o vinho é poesia engarrafada'. Se a ilha do escritor escocês era feita de piratas e mapas, a de Alessandro é feita de terra, suor e resgate histórico. Tudo é orgânico.


          Imagem ilustrativa da imagem Vinho e maresia: Alessandro Albertini resgata uva extinta há 500 anos em Itamaracá
Na foto 1, o "Calabouçozaço" construído para armazenar as jarras fechadas com vidro e cera de abelha. Na foto 2, imagem da barreira que ele criou ao redor da videira. com um fosso no meio e ervas, para evitar o ataque de formigas, |  Foto: Divulgação

Alessandro planta, cuida, colhe, enterra o produto em jarras, faz o vinho, engarrafa e descobre em cada metro quadrado de onde vive um segredo da natureza. É o “peão", como costuma dizer, o biólogo e o dono.

“Na jarra de barro, a temperatura não chega a 30 graus. O barro, em si, já esfria, tanto é que existe água de filtro de barro, que a água é geladinha, né? Então tem toda uma ciência aí por trás. E o que é que eu faço? Para não haver oscilação grande e não haver uma temperatura alta acima de 26 graus, eu enterro a jarra. É um rústico com força, meu trabalho aqui. A gente não pode dominar a natureza, porque a natureza não se domina, né? Você tem que se moldar a ela."

Os símbolos, o remorso e a trajetória do herói


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Vinhos produzidos na Vinícola Albertini, com a rolha coberta com cera de abelha, no lugar de plástico |  Foto: Divulgação

A história de Alessandro não começou no campo, mas nos arquivos da arte e da dor. O gatilho para a mudança de vida foi a morte de seu tio-avô em 2015, Luiz Gomes Corrêa de Arruda. Luiz era um multiartista denso, diretor de institutos históricos e mestre da heráldica — a arte de traduzir a alma de uma cidade em símbolos.

Quando o tio partiu, deixou um rastro de remorso: não havia feito a bandeira de Goiânia, mas imortalizou a de Igarassu. Nela, um cacho de uva saltou aos olhos de Alessandro como um enigma.

"Por que uva em Igarassu?", ele se perguntou. A resposta estava nos anais da história: Itamaracá e Igarassu foram, possivelmente, os primeiros lugares do Brasil a ver a videira vingar, muito antes do Sul do país. "Quando vi a uva na bandeira, a história me guiou. Eu não escolhi o lugar pelo frio, escolhi pela história (pela ancestralidade)", conta.

Para Alessandro, era hora de romper com o sistema. "Eu fiz mestrado em Bioquímica, doutor em Ciências Biológicas, tenho dois pós-doutorados e... Enjoei! Aí, sabe uma coisa? Pensei. Vou trabalhar para mim. Mas aqui não tem essa história de CEO, não (risos), porque CEO lembra os Estados Unidos. Sabe aquele filme ‘Eu, Eu mesmo e Irene?’, indaga, numa brincadeira visual com a solidão do trabalho e as múltiplas personalidades que ele precisa assumir na ilha.

“Sou eu sozinho contemplando os louva-deus, as joaninhas, as ervas daninhas — que eu chamo de danadinhas — e as ingratas, que são as formigas." “Quando vejo uma flor, vejo a mulher, vejo Deus”.

O "Estádio Santa Cruz" e a ciência que mata a dengue


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Alessandro não usa arames para as plantas; usa o sistema francês Echalas (videiras amarradas delicadamente com cordões de fibra orgânica em estacas individuais |  Foto: Divulgação

Caminhar pela Vinícola Albertini é entender que a ciência de Alessandro é, agora, simbiótica. Ele não usa arames para as plantas; usa o sistema francês Echalas (videiras amarradas delicadamente com cordões de fibra orgânica em estacas individuais).

Outra coisa que choca o olhar são os "estádios": aparatos retangulares ou circulares de concreto na base de cada planta, com um fosso de água "batizadas" com ervas.

"Eu chamo de estádio porque lembra o campo do Santa Cruz, que tem um fosso", explica. “O fosso isola a planta das formigas — as "Ingratas", diz, brincando. “Eu apelido de ingratas, porque deixo as ervas danadinhas para elas, mas elas às vezes pegam as videiras”, continua, com a leveza de quem não usa veneno nas plantas de modo algum.


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A proteção natural que as videiras recebem; no lugar, tudo é orgânico |  Foto: Divulgação

E aqui entra o Alquimista: não há larvas de mosquito da dengue em Itamaracá dentro da sua propriedade. Alessandro identificou uma planta medicinal no terreno que, ao ser triturada pela roçadeira e cair na água dos fossos, elimina 100% das larvas. É a biotecnologia servindo à saúde pública sem uma gota de agrotóxico.

"As formigas fazem parte. Se a formiga fosse uma pessoa, seria o Darth Vader”, diz, lembrando o clássico Star War, um outro hábito do entrevistado, citar filmes como analogia da própria vida.

“As ingratas”, para ele, trazem o equilíbrio para a força. Ela alimenta o fungo no formigueiro, sai e infecta naturalmente a planta com leveduras do terroir, uma palavra francesa que pode ser descrita desta forma. Imagine que o vinho é um filho. O terroir é tudo o que influenciou a criação desse filho. Também pode ser o RG do vinho.

“Eu não domino a natureza, eu me moldo a ela", filosofa o homem que, entre uma explicação técnica e outra, confessa sua fé no mundo espiritual. Ele é de "São Tomé" para a ciência, mas devoto para a alma. "Minha avó era abridora de caminhos. Eu acredito em entidades. Coloco um pouquinho de vinho no chão para o santo, uns docinhos perto da mata. Se estou sorrindo? Estou, mas acredito com força".

A uva "bastardo": de volta para casa


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Alessandro é o Alquimista de Itamaracá, o único produtor do Brasil a cultivar a Trousseau, ou "Bastardo", a videira que os portugueses trouxeram em 1500 para o país |  Foto: Divulgação

O grande triunfo de Alessandro é a uva Bastardo (Trousseau). Em 2024, após anos de pesquisa em artigos da Embrapa de 1986 e relatos de Frei Fernão Cardim, ele conseguiu mudas raras através de um importador do Rio Grande do Sul. Foram apenas 25 plantas iniciais. Em outubro do mesmo ano, ele as plantou. Com apenas seis meses, as videiras — que deveriam levar anos para produzir — começaram a emitir flores e cachos.

Alessandro registrou a planta no Ministério da Agricultura em tempo recorde. "Eu sou o único no Brasil que tem essa videira aqui. Eu a chamo de Bastardo por conta da história, os portugueses a chamavam assim por ser francesa. Ela voltou para casa", diz.

Na curiosidade, uma pergunta não poderia faltar. “Essa história está com cara de que vai virar livro. Vai?” E a resposta foi sim. Ele está escrevendo um livro sobre essa jornada, intitulado em latim: Vitis Bastardus Domum Redit (A Videira Bastardo Volta para Casa).

A técnica de produção milenar usada na vinícola é um resgate da Geórgia antiga. Alessandro não usa conservantes químicos como o INS 202. Seu vinho é biodinâmico e natural, pode durar dias depois de aberto.

E tudo tem um processo. Ele compra jarras de Tracunhaém, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, mas está purificando o massapê (argila) do próprio terreno para criar as suas, fechando um ciclo que começou com seu tetravô, dono de terras em Cupissura, onde o barro sempre foi sagrado.

O segredo da maturação do vinho de Alessandro não repousa em tanques de aço gelados, mas no silêncio do barro. Para domar a porosidade da argila, Alessandro aplica uma técnica própria: envolve o exterior das jarras com um concreto de areia e cimento, mantendo o coração do vaso intocado para o vinho.

O interior é de uma pureza monástica, higienizado apenas com água e o cal virgem — aquele mesmo usado nos doces de abóbora — para que nenhuma química industrial profane o sabor da uva.

Depois de seladas com tampa de vidro e lacre de cera de abelha, essas ânforas são entregues ao ‘calabouçozaço’, um buraco de dois metros de profundidade onde a terra de Itamaracá abraça o vinho do nosso alquimista. Ali, sob o frescor do subsolo que mimetiza o filtro de barro de casa, a fermentação acontece em paz, protegida dos 30 graus que fervem na superfície.

"O meu vinho, quando aberto, pode ser bebido até por um mês e não perde o sabor. Ele tem vida dentro".

As garrafas com história


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No lançamento, ele se deu ao luxo de colocar ouro no rótulo, mas, no dia a dia, a simplicidade é regra |  Foto: Divulgação

A estética da Vinícola Albertini é um capítulo de resistência. Alessandro não compra garrafas novas — que só são vendidas em caminhões fechados por fortunas que ele se recusa a pedir aos bancos. Ele as "garimpa" em churrascarias e restaurantes finos do Recife. Reaproveita o vidro, combate o efeito estufa e foca no que está dentro.

O lacre é um espetáculo visual: cera de abelha orgânica. A cera protege a rolha de cortiça, criando uma cápsula dourada e natural que substitui o plástico ou o metal industrial. "O rótulo é preto e branco, se desfaz no gelo. Não tem dourado nem metalizado. O luxo está na fermentação".

E por falar em fermentação, Alessandro, como sempre, experimenta. Ele usa folhas de mutamba para proteger as videiras de patógenos e faz banhos de 5% de leite cru nas plantas em dias de sol forte. É um manejo delicado, quase materno, que ele executa contemplando o mar, livre do jaleco que o aprisionava. "Eu sempre digo, avisem se vierem me visitar, para não pegarem de sungão", explica, com o mesmo sorriso.

Uma semana de choro por Carlos Cabral

A gratidão de Alessandro transborda quando ele lembra de como seus vinhos chegaram aos ouvidos — e paladares — dos gigantes. Ele enviou garrafas para Rogério Dardeau, autor do livro Gente, Lugares e Vinhos do Brasil, e para o publicitário paulista Eduardo Granja Russo, o Dido.

O que ele não sabia era que suas garrafas seriam abertas em uma roda de especialistas que incluía Carlos Cabral, o maior nome em vinhos licorosos (tipo Porto) do país. Cabral, condecorado em Portugal, provou o vinho de Itamaracá pouco antes de falecer em outubro de 2024.

"Eu chorei uma semana. Meu sonho era esse cara beber meu vinho. E o Dido me confirmou que ele BEBEU e amou! Recebi uma carta de próprio punho falando dos especialistas. Vou emoldurar. O meu vinho licoroso de uva Syrah e Sauvignon Blanc passou pelo crivo do mestre".

O chá da folha e o ritual da visitação

Quem visita a Vinícola Albertini entra na casa de Alessandro. Não há balcões de mármore, há uma sala de jantar de cinco por oito metros. Ali, ele serve o chá da folha da videira orgânica com biscoito champanhe — um sucesso absoluto entre os que não bebem álcool e entre os curiosos. "A folha tem vários benefícios: próstata, sistema urinário, açúcar no sangue. Eu sinto sede de beber esse chá".

A experiência custa entre R$ 80 e R$ 100 por pessoa, dependendo do tamanho do grupo, e exige reserva com 50% de adiantamento. "Eu compro queijo fresco, preparo tudo. Perco meu dia de peão para ser o anfitrião. Quem marca, vem por curiosidade de ver como alguém está fazendo vinho em Itamaracá", diz ele, que nasceu no Recife, morou na Torre e no Jordão Baixo, mas encontrou sua identidade entre as pedras que cantam da ilha.

O alquimista e o mar

Alessandro Albertini é um homem que ri dos próprios dualismos. Uma simpatia. Ele é o cientista que usa a "calda bordalesa" francesa e o homem que acredita na mutamba medicinal. É o pós-doutor que não tem vergonha de se intitular como “peão”. Sua produção ainda é pequena — 200 garrafas que ele sonha transformar em 500 — mas seu impacto é imenso.

Ele está fechando o ciclo: construindo o próprio forno com tijolos refratários que herdou do tio-avô Luiz. Em breve, as jarras que guardam o vinho serão feitas com a terra onde a uva cresce. "Vai ser tudo conectado. A história, o sangue, o barro e a uva".

Nesta ilha de sol e mar, a mais linda de Pernambuco, o Alquimista provou que o vinho não precisa de montanhas geladas ou de grandes capitais. Ele precisa de um homem que saiba ler as bandeiras das cidades, que respeite as formigas e que não tenha medo de chorar diante de uma garrafa aberta. A Videira Bastardo voltou para casa. E Alessandro, finalmente, também.


Como visitar

A Vinícola Albertini (projeto Videira que Dança) aceita visitas agendadas pelo Instagram (@videiraquedança). Não há quantidade mínima de visita, mas precisa programar antes para não correr o risco de flagrá-lo de “sungão”, como ele conta, morrendo de rir, aquele riso fácil de quem é feliz.

O conjunto de atividades, principalmente na disciplina de Agroecologia empregada na Vinícola Albertini, Ornamental e Orgânica, é para ser difundida para cada pessoa.

A experiência inclui aula de história, biotecnologia e degustação harmonizada com queijos e geleias que respeitam o terroir pernambucano. Acreditem: ele fala muito! Como se diz em Pernambuco, fala mais que "o homem da cobra", como se diz em Pernambuco.

Serviço:

Endereço: Avenida Assunção, 91, Forte de Orange (Ilha de Itamaracá)

De 1 a 4 pessoas (R$ 100 por cada)

De 5 a 10 pessoas (R$ 80 por cada)

Contato: 81-99727-4383(Alessandro Albertini)

81-98116-2362 (Guia turística Danny)

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A coluna Pernambuco que encanta, do Tribuna Online PE, revela histórias inspiradoras dos municípios pernambucanos e seus moradores. Com olhar sensível, informativo e analítico, valoriza as riquezas humanas, econômicas e culturais do estado, mostrando quem transforma comunidades com criatividade, coragem e afeto.