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EU, CONSUMIDOR

Como não cair no golpe do falso advogado

Bandidos agora querem, além do seu dinheiro, roubar seus dados pessoais

Edilson Vieira | 20/02/2026, 21:29 h | Atualizado em 20/02/2026, 21:29
Eu, consumidor

Edilson Vieira

Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, com pós-graduação em Ciência Política pela mesma instituição. Trabalhou com marketing político. Atuou como repórter, produtor, e editor de texto de TV, e ainda como assessor e gerente de comunicação em assessorias de imprensa de empresas públicas. Foi repórter e colunista no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação por 11 anos, nas editorias de Veículos e Economia. Está no Portal Tribuna Online PE desde julho de 2023.

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          Imagem ilustrativa da imagem Como não cair no golpe do falso advogado
|  Foto: IMAGEM GERADA POR IA

Imagine a cena: você está aguardando o desfecho de um processo judicial — algo que, sabemos bem, costuma ser lento e desgastante. De repente, surge uma notificação no WhatsApp. A foto de perfil é do seu advogado ou do logotipo do escritório dele. A mensagem traz uma "ótima notícia": o alvará foi liberado ou a causa foi ganha, mas, para receber o dinheiro, você precisa pagar uma taxa de "custas processuais" ou um imposto de última hora.

Cuidado. Esse é o golpe do falso advogado, uma modalidade de fraude que tem crescido de forma alarmante e ferido diretamente o direito à segurança do consumidor de serviços jurídicos. Como colunista e observador das relações de consumo, vejo que os criminosos se aproveitam da vulnerabilidade emocional e da falta de conhecimento técnico do cidadão. Eles conseguem dados públicos sobre processos e montam um cenário convincente. Mas a regra de ouro é clara: nenhum Tribunal ou escritório de advocacia solicita depósitos via Pix ou transferências bancárias para liberar valores de processos.

A polícia já faz relações entre esse tipo de golpe e o crime organizado. Há divisão de tarefas e até suporte tecnológico. Por exemplo, em uma nova versão desse golpe, a mensagem não pede o pagamento de valores, mas "apenas" para que você olhe para a câmera do celular e faça uma prova de vida para atualização de um suposto cadastro. Como o bandido (ou quadrilha) já tem sua documentação como número de RG e CPF, com a imagem de seu rosto, ele pode pedir empréstimos ou talvez abrir empresas em seu nome. É assustador.

Para não se tornar a próxima vítima, recomendo três passos fundamentais:

Desconfie do senso de urgência: O golpista sempre diz que você precisa pagar "agora" para não perder o prazo. O processo judicial não funciona assim.

Cheque o canal de comunicação: Se o contato veio de um número novo, desconfie. Mesmo que o número pareça o correto, não faça pagamentos sem antes ligar para o telefone fixo do escritório do advogado ou pedir para a pessoa fazer uma chamada de vídeo.

Dados são valiosos: Nunca forneça senhas, códigos de confirmação ou fotos de documentos por mensagens instantâneas.

Lembre-se: o advogado é seu aliado e ele já possui seus dados. Se o "contato" pede algo que foge ao contrato assinado originalmente, acenda o alerta vermelho. Se você foi vítima, o caminho é registrar um Boletim de Ocorrência imediatamente e comunicar o ocorrido à OAB e ao seu banco. Proteger seu bolso começa por proteger sua informação.

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Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, com pós-graduação em Ciência Política pela mesma instituição. Trabalhou com marketing político. Atuou como repórter, produtor, e editor de texto de TV, e ainda como assessor e gerente de comunicação em assessorias de imprensa de empresas públicas. Foi repórter e colunista no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação por 11 anos, nas editorias de Veículos e Economia. Está no Portal Tribuna Online PE desde julho de 2023.

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Eu, consumidor,por Edilson Vieira

Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, com pós-graduação em Ciência Política pela mesma instituição. Trabalhou com marketing político. Atuou como repórter, produtor, e editor de texto de TV, e ainda como assessor e gerente de comunicação em assessorias de imprensa de empresas públicas. Foi repórter e colunista no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação por 11 anos, nas editorias de Veículos e Economia. Está no Portal Tribuna Online PE desde julho de 2023.

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Direitos do consumidor explicados de forma direta. Dicas para economizar ou aproveitar descontos e vantagens. O que o consumidor deve saber para melhorar sua experiência de consumo, você vê nesta coluna semanal do Tribuna Online PE