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“Onde há gelo, há esperança!”
Claudia Matarazzo
Claudia Matarazzo

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“Onde há gelo, há esperança!”

“Onde há gelo, há esperança!”. Esse é o lema de Marina, que vi nascer e que, jamais imaginei, se tornaria uma daquelas anfitriãs descoladas e com ensinamentos refrescantes, bons para arejar um pouco as maneiras de fazer e receber a que nos acostumamos e que, podem, sim, melhorar!
Marina mora em um apartamento moderno com o marido e um casal de filhos gêmeos. Em pouco tempo, transformaram a mesa da sala de jantar em um bufê e, inteligentemente, reformaram ou compraram móveis funcionais.

São pufes e bancos móveis, sofás que permitem que sentemos de ambos os lados (dobrando a capacidade da lotação do living) e mesinhas auxiliares estrategicamente colocadas para que todos possam apoiar copos e pratos ao se servir.

O formato que, com móveis comuns, permitiria até 12 pessoas sentadas com conforto, dessa maneira já chegou a acolher 45, sentando pelo menos 30!

Espertos, eles também decoraram tudo de forma a não ter cantinhos onde o convidado se isole, pois gostam de curtir o encontro e fazem o possível para potencializar a interação.

Delicadeza: lição das nonnas – Como a neta caçula, bem novinha, sentava ao lado de Nonna Tica nos almoços de sábado em sua casa, observava como cuidava dos detalhes: sentia o timing do serviço, e foi filtrando esse aprendizado.

A outra avó, Lulla, ensinou receitas italianas e a importância da gentileza para gerar empatia com as pessoas que estão trabalhando – seja só naquele dia ou permanentemente em casa. Aprendeu que isso é essencial para o serviço fluir com excelência, e para maior satisfação de todos.

As duas tinham um senso de humor diferente, porém, acentuado. Daí, Marina ter aprendido a transitar pela vida (e em suas festas) com um delicioso e contagiante humor e leveza!

Bandeja de café – Ela gosta de servir um bom café coado. É um carinho para os convidados e, como é cada vez mais raro, acaba surpreendendo e agradando.

Além de mais organizado para o serviço, fica mais elegante. Servido em um bule de prata inglesa que ganhou de casamento, tudo colabora para que o fecho da refeição se torne um momento divertido.

Garimpando em casa – Marina acha importante a gente usar o que tem, mesmo que seja uma baixela de prata ou porcelanas mais delicadas: os amigos merecem, porém, mais do que isso, é um exercício de garimpar pelos armários e gavetas da casa.

Ao fazer isso, ela acredita que temos a oportunidade de limpar o que está guardado, tratar o que precisa de cuidados e resgatar esses objetos, não apenas para a vida útil mas, também fazer fluir a energia contida nesses “guardados”. Existem recordações e um motivo para aquilo estar ali. Ou, às vezes, trata-se simplesmente de reorganizar a casa – e as ideias, arejando literalmente tudo: espaços e pensamentos!

Finalmente, Marina dá a receita para que o encontro seja sempre lembrado com prazer: abusar da generosidade na quantidade: de tudo, inclusive afeto!

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