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O que é etiqueta preventiva?
Claudia Matarazzo
Claudia Matarazzo

Claudia Matarazzo


O que é etiqueta preventiva?

É a nova etiqueta. E se baseia, como na etiqueta tradicional, nos pilares do bom senso e afetividade, acrescentando um fator essencial nesse momento de delicada transição: a biossegurança. Isso significa que ela deve assegurar ao seu cliente, convidado, público ou interlocutor conforto físico e emocional (como na etiqueta tradicional) e segurança sanitária.

Nesse delicado momento, é importante que todas as ações e gestos reflitam respeito e preocupação pela biossegurança ou saúde. A preocupação com o “não contágio” pode ser um fator decisivo para criar um novo – e melhor – patamar de comportamento no que diz respeito à higiene e aos cuidados pessoais.

O desafio – Agregar os elementos de segurança de forma a manter um certo glamour – ou, pelo menos, não tornar os encontros presenciais muito áridos ou assépticos.

Pesquisa – As novas regras são embasadas em dados científicos: nossos consultores são médicos e cientistas – que nos fornecem a base para que possamos agregar pitadas de sonho e requinte `a segurança sanitária – que, como ficou provado, não aceitam “brechas de comportamento”
Alguns exemplos do “Novo receber bem”

Convite – No caso de eventos sociais, retome o convite ao vivo: um telefonema ou em áudio. Assim, é possível explicar quantas pessoas serão, que cuidados estão sendo tomados e, até, sugerir que a pessoa traga um calçado extra ou a sua “pantufinha de festa”, uma vez que é aconselhável, no caso de mais pessoas, deixar os calçados à porta...

Assim, se o convidado tiver outras aflições, também terá a chance de perguntar, tirar dúvidas e deixar clara sua posição...

Logo na entrada, é ideal ter uma sapateira ou local para que o convidado deixe seus sapatos. Aos desavisados – ou os que não querem tirar os sapatos –, ofereça um Pró-Pé. E mostre ao renitente que você se preocupa, sim, com a biossegurança, e que ele deveria fazer o mesmo...

Convidado x anfitrião – Na etiqueta preventiva, a regra de agradar sempre ao convidado é flexibilizada em favor do anfitrião: é ele quem está abrindo sua casa, portanto, suas regras têm de ser respeitadas...

Máscaras: quando tirar? – Tanto em ambientes sociais quanto nos empresariais, é importante um sinal de quem está recebendo – no sentido de perguntar se a pessoa quer continuar com a máscara e deixando claro que ele não se incomoda (ou que se incomoda e prefere que continue)...

Vai depender do número de convidados/pessoas no recinto, da distância, e sempre, sempre mesmo, é interessante chegar de máscara e permanecer com ela.

Muita coisa? Nem tanto. Prometo, em nova coluna, falar da refeição em casa. Pois, não é o novo normal e, sim, o novo momento. Delicado e necessário.

Se vier a ser normal, não deverá incomodar tanto, afinal, normal (diferente ou não) é infinitamente melhor do que perdas de vidas sem sentido. Mas, com sorte, será o novo transitório.

 

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