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No gogó
Painel da Folha de São Paulo

No gogó

Apesar da derrota ontem da maioria dos candidatos apoiados ou que se associaram a Jair Bolsonaro, aliados do Presidente tentam emplacar a versão de que ele não sai mais fraco.

Segundo esse discurso, que veio à tona exatamente na medida em que as más notícias brotavam das urnas, o objetivo do Presidente – que incluiu “lives eleitorais gratuitas” agora alvo do Ministério Público – nunca foi eleger alguém, mas manter coesa a base conservadora e evangélica.

Comparação
“O resultado das eleições no Rio e em São Paulo é a maior prova de que o problema não foi Bolsonaro. (Marcelo) Crivella foi explícito em se declarar bolsonarista e teve um desempenho melhor (do que Russomanno)”, diz Sérgio Lima, marqueteiro de políticos de direita e do Aliança pelo Brasil, partido que Bolsonaro tentou criar.

Longe
Para ele, a disputa no Rio ganhará relevância para a base bolsonarista no segundo turno, uma vez que ficará sem vitrine na eleição de São Paulo. Aliados do Presidente projetam derrota de Crivella e, também por isso, acreditam que Bolsonaro manterá distância da capital fluminense.

Sem briga
Aliados de Eduardo Paes (DEM), que lidera a disputa no Rio de Janeiro, afirmam que o candidato vai manter o discurso sem ataques a Bolsonaro, e vai concentrar o debate em temas da cidade, evitando a polarização nacional. O posicionamento pode dificultar o embarque da esquerda, principalmente do PT.

Rótulo
Setores do PT defendem que a legenda abrace alianças amplas anti-Bolsonaro no segundo turno, inclusive com chapas que não sejam de esquerda, como seria o caso de Paes. Para isso, o candidato teria que se apresentar como antibolsonarista.

Sem indício
A rede bolsonarista se aproveitou da notícia de uma tentativa de invasão ao site do TSE e da lentidão do sistema do tribunal para divulgação de resultados para impulsionar uma narrativa de dúvida do funcionamento na urna eletrônica, mesmo sem nenhum sinal de que isso possa ter contaminado a votação de ontem.

Sem prova
O filho 03 do Presidente, Eduardo Bolsonaro, e a deputada Carla Zambelli (PSL-SP) foram alguns dos que tentaram mobilizar seguidores. O TSE comemorou o sucesso da urna eletrônica, apesar do problema pontual de recebimento de dados.

#Elesnão
Em São Paulo, o fracasso de Celso Russomanno (Republicanos) deve ganhar contornos dramáticos para apoiadores do Presidente. Eles dizem que Bruno Covas (PSDB) e Guilherme Boulos (PSOL) são, na visão deles, as piores opções dentre as colocadas e que não há chances de apoiar qualquer um deles.

Projetos
De um lado, os bolsonaristas vivem em antagonismo radical com João Doria (PSDB), padrinho político de Covas que alimenta disputa com Bolsonaro de olho em 2022. De outro, têm profundas divergências ideológicas com Boulos. Entre tucanos e psolistas também está descartado qualquer aceno aos seguidores do Presidente.

Menos ruim
“Não existe nada pior que um tucano motivado em São Paulo”, diz o deputado Gil Diniz (sem partido). Ele diz que apoiaria Márcio França (PSB) ou Arthur do Val (Patriota) contra qualquer um dos dois.

Ao ataque
“Lamentável, surreal, preocupante. Como presidente do Movimento Conservador, farei oposição a qualquer um dos dois”, diz Edson Salomão (PRTB), candidato a vereador em São Paulo e funcionário do gabinete de Douglas Garcia (PTB).

Âncora
Covas disse ao Painel que não foi um bom negócio para o Presidente se meter na eleição da capital paulista. “Porque ele só fez o candidato dele afundar”, afirmou, referindo-se a Russomanno. “Vamos atrás de todos os votos. O cenário do segundo turno é ponderação contra radicalismo”, completou.

Chamas
A declaração de Lula colocando nas costas de Jilmar Tatto a decisão de não ter apoiado Boulos pegou mal no PT e fora. Orlando Silva (PCdoB) criticou o ex-presidente nas redes. Tatto curtiu o texto. Aliados do petista afirmam que a postura de Lula foi desleal principalmente porque, eles dizem, partiu da direção nacional a ideia de ter representante próprio.

Tiroteio
“O Tatto não vai para Paris, vai para Perus ajudar o Boulos ganhar”
Do deputado Alexandre Padilha (PT-SP) sobre o apoio do PT em SP, fazendo referência à abstenção de Ciro Gomes (PDT) em 2018.

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