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Não curtiram
Coluna do Estadão

Andreza Matais e Marcelo de Moraes


Não curtiram

O anúncio do Facebook de exclusão de contas ligadas a integrantes do gabinete de Jair Bolsonaro, filhos e aliados fez auxiliares do Presidente entrarem em contato com executivos da empresa de Mark Zuckerberg.

Perguntaram o que havia motivado o ato e se havia ligação com o inquérito das fake news, que está no STF. Tiveram como resposta que as remoções no Brasil foram parte de uma ação global da rede social e não era nenhuma perseguição contra bolsonaristas ou contra o governo.

Atuação
Parte das contas excluídas promovia propagação de ódio e ataques políticos, segundo o Facebook. Nenhuma investigação no Brasil tinha conseguido até agora ligar auxiliares de Bolsonaro com as publicações.

Sinais
No Congresso, a leitura feita por políticos é de que o anúncio foi um gesto em meio à discussão do projeto de lei de fake news. Um dos pontos mais polêmicos do texto aprovado no Senado é o que obriga as plataformas a registrar todos os que encaminham mensagens. Na Câmara, deve haver mudança.

Conhecimento
Uma das mais importantes pesquisas amostrais sobre a Covid-19 que estão em campo hoje no País corre o risco de parar no meio da pandemia por falta de interesse do Ministério da Saúde. A Epicovid, conduzida pela Universidade Federal de Pelotas, chega à terceira fase e o ministro Eduardo Pazuello não deu nenhuma sinalização de que pretende prosseguir.

Fora
A pesquisa foi encomendada pela Saúde na gestão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta e foi a campo em 133 municípios. O reitor da universidade, Pedro Halal, fez um apelo a parlamentares pela manutenção do estudo por mais dois ou três meses, sob o risco de o trabalho ficar incompleto. O governo gastou R$ 12 milhões na pesquisa.

Outro lado
Procurado, o Ministério da Saúde informou que dará continuidade a estudos, mas ainda não definiu quais – há outras instituições realizando pesquisas, com metodologias diferentes.

Corrida
O Banco do Brasil, administrado por Rubem Novaes, liberou mais empréstimos do Pronampe do que a Caixa, de Pedro Guimarães. O primeiro soltou cerca de R$ 4 bilhões, já o segundo, R$ 2,49 bilhões até ontem. A linha foi criada pela equipe de Paulo Guedes (Economia) para pequenas empresas, com garantia 100% do Tesouro.

Empurra
Secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do governo Jair Bolsonaro, a médica Mayra Pinheiro publicou nas suas redes sociais que os governadores e prefeitos de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará são os responsáveis pelas mortes por coronavírus que aconteceram em suas regiões.

Culpa sua
“SP 15.996 mortes por Covid. RJ 7.363 mortes por Covid. CE 6.351 mortes por Covid. Todas essas mortes evitáveis deveriam ser colocadas sob responsabilidade dos governadores, prefeitos, secretários de saúde e instituições desses estados, que impediram ou dificultaram o acesso às medicações para tratamento da doença”, escreveu Mayra, ontem.

Famosa
A publicação gerou revolta em secretários estaduais de Saúde. Ela se tornou conhecida em 2013 por ter hostilizado cubanos que participavam de curso do Mais Médicos. Em 2019, Mayra entrou no governo para cuidar do programa, que mudou de nome.

Perdeu
Ladrões aproveitaram o esvaziamento dos escritórios pela pandemia e fizeram a limpa na sede da Anac (Agência Nacional de Aviação), no centro do Rio. Levaram celulares, pen drives e HDs externos em pelo menos 4 dos 15 andares do edifício Boa Vista, onde fica o órgão.

Tranca
Em comunicado aos servidores, a direção da Anac afirmou que passará a trancar as portas de todos os andares e que abriu ocorrências na Polícia Federal.

Tchau
Ex-comandante da Polícia Militar de São Paulo, o coronel da reserva Glauco Carvalho entregou ontem o cargo de vice-presidente da Associação de Oficiais da PM do estado.

Lado
Em carta de renúncia, disse estar sendo pressionado pela base da entidade, que é, segundo ele, composta por apoiadores de Bolsonaro. Carvalho é crítico do presidente.

Tiroteio
“Moro ataca Lula desde que era 'juiz'. Espantoso é atacar Bolsonaro, de quem foi 'superministro'. Não vai colar”

De Flávio Dino (PCdoB), governador do Maranhão, sobre Moro ter dito que os dois políticos são extremos a serem evitados.

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