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Não contabilizado
Painel da Folha de São Paulo

Não contabilizado

A Polícia Federal indiciou o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) por crime eleitoral de omissão na sua prestação de contas em 2018, em esquema de candidatas laranjas.
De acordo com relatório da PF, recursos destinados a duas mulheres foram usados para pagar militância de rua do então candidato. Elas receberam cerca de R$ 1,08 milhão e declararam tais gastos. A investigação concluiu que os prestadores de serviços trabalharam, na verdade, para Ibaneis, que não informou as despesas.

Quem
A empresária Kadija Almeida e a psicóloga Dolores Ferreira, ambas do MDB, declaram R$ 798 mil com gastos de supostas atividades de rua para suas candidaturas. Segundo a PF, no entanto, “grande parte” deste dinheiro foi “para pagamentos de prestadores de serviços de militância de rua que declararam que trabalharam, em sua maioria, para o candidato majoritário Ibaneis Rocha.”

Origem
Os recursos foram enviados pelos diretórios nacional e estadual/distrital para as candidatas. Do total, mais de R$ 700 mil saíram de cofres públicos, do fundo partidário e do fundo eleitoral. O presidente do MDB à época era Romero Jucá.

Regra
O governador foi indiciado com base em dois artigos do Código Eleitoral, 350 e 353, que falam em omissão ou declaração falsa para fins eleitorais. Segundo a lei, a pena é de reclusão até cinco anos e multa. O caso ainda não foi analisado pela Justiça. Em depoimento à PF, ele negou irregularidades. O Painel tentou contato com Ibaneis Rocha, mas não teve resposta.

Devolva-me
Uma peça publicitária em um jornal chamado Sentinela Ambiental fez o comitê gestor de Regime de Recuperação Fiscal do Rio cobrar de Wilson Witzel um corte de R$ 16.590 (valor equivalente ao da propaganda) nas contas do estado como compensação à despesa.

Pauta positiva
Foram veiculados textos que aparentam reportagens, porém em tom elogioso às autoridades estaduais. O comitê entendeu que a propaganda não obedeceu as normas do programa fiscal, que veda gastos em publicidade que não sejam de utilidade pública e que caracterizem promoção pessoal.

Raio X
Conselheiros federais da OAB solicitaram que o Conselho Nacional do Ministério Público investigue as condutas dos integrantes da Lava a Jato que entregaram seus cargos na semana passada.

Alô?
Uma interrupção repentina da participação da Argentina na cúpula do Mercosul ontem constrangeu autoridades brasileiras, que acreditam que o corte foi proposital. Quando a presidente boliviana, Jeanine Áñez, começou a falar, a transmissão da Argentina caiu e não voltou mais.

Amigo
Segundo relatos ao Painel, antes de a imagem ser cortada, foi possível ver o presidente Alberto Fernández levantando-se e indo embora. Jeanine assumiu a Bolívia em meio à crise provocada por denúncias de fraude na reeleição de Evo Morales. Após a renúncia, ele recebeu guarida de Fernández na Argentina.

De mal
Um dos momentos mais esperados nesta cúpula era o encontro de Fernández e Bolsonaro, após divergências públicas. Ontem, o argentino chamou todos os presidentes do Mercosul pelo nome, menos o brasileiro.

Avaliação
O sistema interno da FGV, de acesso restrito a docentes e profissionais da instituição, mostra que o ex-ministro da Educação Carlos Alberto Decotelli recebeu nota 10 na avaliação dos alunos. O texto da FGV informando que Decotelli não era professor fixo da instituição foi considerado a gota d'água para ele não continuar na pasta.

Dados
As notas são calculadas com base na mediana das avaliações dadas pelos alunos ao final dos cursos. O sistema mostra apenas as avaliações dos últimos 18 meses. O ex-ministro recebeu nota 10 de 25 turmas. Embora não fosse contratado fixo da instituição, Decotelli lecionou e ainda leciona na fundação.

Certidão
De volta a sua casa após semanas como cachorro presidencial, Zeus incorporou o nome que ganhou da família Bolsonaro e passou a se chamar Zeus Augusto Bolsonaro. Nagib Lima Zeidan, seu tutor, fez o acréscimo como agradecimento àqueles que abrigaram o cachorro.

Tiroteio
“Parabéns ao presidente Jair Bolsonaro. Foi uma carta de alforria!”
De Jair Bolsonaro, sobre a MP do futebol, que dá aos clubes o direito de negociar a transmissão, reduzindo o poder da Globo.

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