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Nada com isso
Painel da Folha de São Paulo

Nada com isso

Em conversas com delegados, ontem, Alexandre Ramagem, diretor da Abin, se mostrou irritado em ver seu nome ligado ao caso do vazamento da operação Furna da Onça à família Bolsonaro e afirmou não ter relação com o evento.

Internamente, policiais federais do Rio de Janeiro descartaram a participação dele no episódio, por questão cronológica. Ramagem trabalhava em Brasília em 2018. Ele só começou a atuar na segurança do Presidente no dia seguinte ao segundo turno das eleições.

Bolão
Um levantamento informal feito por integrantes da PF no estado chegou a três suspeitos. A informação publicada no UOL pela jornalista Thaís Oyama, de que o policial era conhecido por um apelido, embasou os principais cruzamentos de dados.

Peneira
A partir disso, o filtro levou a três nomes. A avaliação é a de que será difícil chegar na autoria do suposto vazamento. O caso veio à tona após entrevista do empresário Paulo Marinho à colunista Mônica Bergamo.

Traje
Irritado, nas ligações, Ramagem reafirmou que não conhecia o Presidente e família até virar chefe de sua segurança, no dia 29 de outubro de 2018. Segundo seu relato a delegados, estava no Rio para votar e teve de ir a um shopping comprar um terno para se apresentar na casa do já presidente eleito, após um desentendimento de Bolsonaro com a equipe da PF.

Pressão
A PF se mobiliza nos bastidores para que seja aprovada a medida provisória que reestruturou carreiras e que, na prática, aumenta salários de cargos de chefia. Há temor de que o Centrão, que tem parlamentares investigados, tente retaliar a corporação. A MP expira em 1º de junho.

Em casa
Interino no cargo de ministro da Saúde, o general Eduardo Pazuello é defensor do uso da cloroquina para o tratamento de coronavírus e usa exemplo dentro da família para dizer que o remédio funciona. Uma irmã e um sobrinho, com menos de 20 anos, tiveram Covid-19 e foram tratados com o medicamento.

Trator
Nestes 30 dias em que está na pasta, segundo relatos, Pazuello, no entanto, defendeu também o isolamento social, citando ser esta a medida mais eficiente para evitar o colapso no sistema de saúde. Segundo secretários estaduais, o general já se comportava como ministro e falava diretamente com alguns, atropelando Nelson Teich.

Impasse
O jurista Ives Gandra Martins, de 85 anos, crê que ações do STF fora da zona de competência do tribunal, segundo sua visão, têm gerado instabilidade que pode desembocar em intervenção pontual das Forças Armadas para resolver impasse entre Poderes. Ele diz que o mecanismo está previsto no artigo 142 da Constituição.

Juiz
“Pela Constituição, se houver conflito entre os Poderes e um deles recorrer às Forças Armadas, quem repõe a lei e a ordem são elas”, diz. Ele afirma que elas funcionariam como um “poder moderador”.

Cada um na sua
Gandra critica decisões de Alexandre de Moraes de barrar a nomeação de Alexandre Ramagem para a Polícia Federal e do ministro Luís Barroso de proibir a extradição de venezuelanos. Ele vê invasão às competências do Executivo.

Revejam
Bolsonaristas têm compartilhado trecho de vídeo em que Gandra apresenta o argumento e têm pedido golpe militar. Ele diz que sua intenção é oposta: alertar para que não chegue a esse ponto.

Não tem pão...
O Ministério da Economia do governo Bolsonaro comemorou a assinatura de contrato com a Amazon para que o dispositivo de voz Alexa forneça informações sobre a pandemia e sobre o auxílio emergencial de R$ 600.


... deem brioches
Mas o aparelho mais barato no site da Amazon a contar com Alexa, o Echo Dot, um “smart speaker” que interage com casas inteligentes, custa R$ 250 (preço promocional). Outros chegam a R$ 900.

Freio
Os caminhoneiros se aborreceram com Bolsonaro por vetar o auxílio emergencial para a categoria, aliada do Presidente. Em nota, a Abrava (associação de caminhoneiros) diz que vê a decisão com preocupação e solicita realocação da verba de R$ 18 milhões do programa Roda Bem Caminhoneiro.

Tiroteio

“Queria tirar uma foto de vocês para saber se quando o couro comer vão para o Centrão ou vão se manter Bolsonaro.”

De Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), deputado, em 2018, contrapondo o Centrão e seu pai, que agora dá cargos para ganhar apoio do Centrão.

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