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"Muita coisa voando no céu. Coisa de filme", conta triatleta capixaba sobre ciclone bomba

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"Muita coisa voando no céu. Coisa de filme", conta triatleta capixaba sobre ciclone bomba


Uma capixaba vivenciou de perto os estragos do ciclone bomba que atingiu o Sul do País e matou ao menos dez pessoas. Pâmella Oliveira é triatleta e vive em Balneário Camboriú, Santa Catarina, e contou o que viu.

"O vento estava muito forte. Tinha muita coisa voando no céu. Parecia coisa de filme americano", relatou a atleta de 32 anos que há 3 vive na cidade localizada no balneário catarinense. 

A triatleta capixaba Pâmella Oliveira vive há 3 anos em Santa Catarina. (Foto: Acervo Pessoal)
A triatleta capixaba Pâmella Oliveira vive há 3 anos em Santa Catarina. (Foto: Acervo Pessoal)
Segundo Pâmella, ela estava em casa na tarde de terça-feira (30) quando percebeu os primeiros sinais do ciclone bomba. Ela chegou a registrar o momento em suas redes sociais (Veja o vídeo abaixo).

"Estava um dia normal. De repente, começou a ventar muito. Olhei pela janela e deu para ver que estava vindo uma tempestade muito grande", contou a capixaba natural de Vila Velha.

A força do vento chegou a derrubar três árvores na rua onde mora. Com isso, a energia elétrica caiu e a atleta está às escuras há mais de 24 horas. 

Ainda sem energia em casa, Pâmella saiu de casa nesta quarta-feira (1º) para comer e treinar. Nesse meio tempo, percebeu as consequências do desastre na cidade.

"Agora que saí na rua, deu pra ver vários lugares com resto de vidro no chão, placas caídas. Acredito que se tivesse alguém passando na hora, ela se machucaria", diz. 

Acostumada a viajar para diversas regiões do mundo para competir, a atleta conta que nunca viu algo do tipo.

"Já vivi em muitos lugares diferentes. Viajo muito por causa de competição. Já peguei frio que não era previsto na época, tremor no Japão... Mas nunca imaginei viver algo do tipo. O ano de 2020 está muito estranho", reflete ela. 


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