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MC Rebecca, a bela do samba que estourou no funk, chega nesta sexta a Vitória

Entretenimento

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MC Rebecca, a bela do samba que estourou no funk, chega nesta sexta a Vitória


MC Rebecca é a primeira brasileira negra a chegar ao topo do Spotify Brasil. (Foto: Divulgação/Felipe Braga)
MC Rebecca é a primeira brasileira negra a chegar ao topo do Spotify Brasil. (Foto: Divulgação/Felipe Braga)
O Sambódromo da Marquês de Sapucaí ficou pequeno para a carioca Rebecca Alves, 21! Ex-passista do Salgueiro, a agora MC Rebecca abriu mão do posto para se tornar o novo nome do funk, recebendo o apoio de artistas como Ludmilla e Anitta.

Do samba no pé, a cantora estreou no proibidão, com os hits “Cai de Boca” e “Coça de Rebecca”, flertou com o rap e o tango, e tem mostrado fôlego e rebolado para acompanhar a batida acelerada do funk 150 batimentos por minuto (BPM). Inclusive, ela acaba de lançar “Repara”, com Kevin o Chris e o capixaba WC no Beat.

Mas de onde vem todo esse suingue, elogiado até pela cantora e rapper americana Cardi B? “Acho que, de certa forma, é muito natural em mim. Muita coisa vem do meu instinto e outras vêm da observação. Se houver oportunidade, desfilo de novo com prazer. Adoro Carnaval!”, diz ao AT2 a artista, que canta na sexta-feira (13) em Vitória.

Com sua dança arrebatadora somada a letras sensuais e empoderadas, ela conquistou o posto de primeira brasileira negra a chegar ao topo do Spotify Brasil. A música do feito é o sucesso “Combatchy”, que foi gravada com Lexa, Luísa Sonza e Anitta e tem mais de 16 milhões de execuções.

Só na plataforma de streaming, a funkeira, que fez sua primeira turnê internacional este ano, tem aproximadamente 1 milhão de ouvintes mensais, e a música “Cai de Boca” tem 14 milhões de streams. Já no YouTube, apenas o clipe de “Ao Som do 150” tem mais de 26 milhões de acessos.


“Levo mensagem de igualdade”

Como será seu show amanhã em Vitória?

Prometo dar o meu máximo para divertir a galera. Em minhas apresentações, sempre reservo espaço para novidades. Vai ser a primeira vez que vou cantar “Repara” ao vivo! Me aguardem!

É uma mulher sensual e que canta letras sensuais, o que acaba trazendo muitas críticas. Mostra que tem atitude, que faz o que sente vontade. O que diz para quem te critica?

Acredito que eu levo uma mensagem de igualdade para a sociedade. Quanto às críticas, elas estão aí, fazem parte.

Você se tornou a primeira brasileira negra a alcançar o topo do Spotify Brasil. Ao comemorar o feito, escreveu: “Representatividade importa, obrigada”.

Fico muito feliz com o resultado. O mais importante é fazer o trabalho com amor, acreditando que os frutos virão. Sou grata pela interação que o público vem tendo com minhas músicas. Eles têm dado muito retorno nas minhas mídias sociais! Isso é, sem dúvida, muito positivo! É sempre bom ver o talento ter relevância sobre outros aspectos.

Começou cantando funk proibidão e agora bomba com canções mais leves. O funk proibidão ficou no passado?

Procuro sempre cantar o que me agrada mais no momento. Não me limito no tipo de funk que faço.

Para você, como pessoa pública e até dentro de casa, foi fácil assumir a bissexualidade? Existe muito preconceito? A maioria dos seus relacionamentos expostos é com alguém do sexo oposto...

Qualquer coisa que fuja ao padrão pode atrair alguma dificuldade de aceitação. No entanto, com o tempo, as coisas tendem a ser aceitas.

É verdade que teve um caso com a Anitta?

Não tive um caso com a Anitta. Somos apenas amigas e curto muito o trabalho dela. Só isso!

Mas está solteira? Há boatos de que você estaria vivendo romance com Flávio Nakagima, com quem ficou no reality show “De Férias com o Ex”...

Estou solteira!

Quem são as mulheres que te inspiram?

Das diversas mulheres que me inspiram, destaco Elza Soares, Iza, Rihanna, Ludmilla, Anitta, Beyoncé, Tati Quebra Barraco, Valesca, Alcione...

Você foi descoberta por Ludmilla, mas acaba de lançar uma música com Anitta, “Combatchy”. A relação das duas está estremecida. Assume um lado nessa briga?

São duas grandes artistas e admiro o trabalho delas.

Por outro lado, “Combatchy” representa a união de quatro cantoras. Acha importante essa união da mulherada? Luta por mais união e menos brigas?

Acho que a união faz a força, e o público é o grande ganhador dessas parcerias.


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