search
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.


Assine agora e tenha acesso ao conteúdo exclusivo do Tribuna Online!

esqueceu a senha? Assinar agora
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.

Mais sintonia na reunião
Claudia Matarazzo
Claudia Matarazzo

Claudia Matarazzo


Mais sintonia na reunião

Nunca nos comunicamos tanto, e tão mal: esse é um dos maiores reflexos da revolução virtual. Junte-se a ansiedade que acompanha a comunicação contemporânea com a pressa, e o estrago é evidente.

Há uma superexposição de pessoas, fatos e notícias e, na outra ponta, gente com ataques de pânico e fobia de pessoas.

No meio de tudo isso, uma pandemia dificultando manifestações afetivas, e muita gente voltando a reunir família e amigos, em grupos dentro de casa. Nesse cenário, pediram-me para escrever sobre a melhor forma de distribuir pessoas à mesa em refeições.

Embora ainda não seja recomendável muita gente, vamos ver o lado bom: fazer planos para quando a vacina chegar – momento que parece mais próximo.

Como o diálogo anda difícil e truncado, mais do que nunca é preciso atentar a detalhes, porque eles fazem, sim, diferença!

Mix de gente – Antes de pensar quem fica perto que quem, convide lembrando de misturar pessoas que podem ter algo a agregar a outras. Se puder, convide duas ou mais que não sejam velhos conhecidos do grupo: eles trazem um frescor, novidade e/ou outros assuntos que podem ser muito bem recebidos!

Plano de mesa – Tem várias vantagens, e a maior delas é que você, como anfitrião, controla melhor o ritmo e a conversa.

É possível dar atenção a todos e contribuir, se necessário. Além de incrementar a interação, em alguns casos, é interessante como networking, propiciando bons contatos profissionais.

Com prismas? – Com poucas pessoas, não é o caso, mas ajuda muito, e o anfitrião/ã deve indicar, na hora de sentar, quem fica onde. Simples assim.

Mas, se quiser fazer uma graça, saiba que, mesmo mesas informais podem ter os lugares marcados com prismas.

O correto: cartões de papel (duplos, são mais fáceis de parar em pé), escritos à mão, de preferência com uma hidrográfica preta, em letra de fôrma, para dar mais visibilidade.

Plano tradicional – É aquele que põe os anfitriões no centro da mesa retangular, frente a frente, e alterna homens e mulheres, colocando, à direita quem recebe as pessoas homenageadas, mais velhas ou de mais cerimônia.

Plano orgânico – Há quem prefira que as pessoas se agrupem conforme o momento e sentam-se organicamente. A desvantagem: não há muita troca e fica “nóis com nóis.” Abaixo, algumas variações simpáticas de “planos alternativos”.

Prismas no centro – Coloca-se o marcador apenas no lugar dos anfitriões, e os demais lugares são ocupados de forma mais livre. Há um mínimo de equilíbrio e ainda dá para administrar o encontro.

Brincando com as argolas – Em mesas informais, argolas de guardanapos com indicativos específicos indicam o lugar de homens e mulheres, sem nomear. Mas pode causar incômodo em quem não concorda com estereótipos... sim, o mundo anda chato!

Pirei? – Nem tanto: você, certamente, lembra de algum encontro que desandou por uma discussão besta entre vizinhos de mesa – ou mesmo por um climão criado por proximidades desastrosas. Podendo evitar, por que não?

Conteúdo exclusivo para assinantes!

Assine agora e tenha acesso ao conteúdo exclusivo do Tribuna Online!

Matérias exclusivas, infográficos, colunas especiais e muito mais, produzido especialmente pra quem é assinante.

Apenas R$ 9,90/mês
Assinar agora
esqueceu a senha?

últimas dessa coluna


Exclusivo
Claudia Matarazzo

Dicas para acertar no currículo!

Mandar o currículo não basta, mas ajuda muito se ele estiver no ponto certo de apresentação e com as informações organizadas de forma a chamar a atenção. Como está tudo muito difícil, não custa …


Exclusivo
Claudia Matarazzo

Farofa, farinha ou paçoca?

O título, claro, é uma provocação, uma vez que a farofa é feita com farinha e a farinha é a base de um sem-número de delícias da nossa gastronomia. Já paçoca é uma variação do nome da farofa: no …


Exclusivo
Claudia Matarazzo

Privacidade, um resgate urgente!

Na era dos reality shows e das redes sociais, falar em privacidade é uma ousadia, bem sei. Mas, é necessário. O conceito é bem conhecido dos verdadeiramente elegantes. Pena que, a cada dia, sejam …


Exclusivo
Claudia Matarazzo

“Sofagate”, a gafe diplomática

O vídeo correu o mundo: políticos, feministas, cerimonialistas e mulheres de todo o planeta o analisaram com diferentes interpretações. Nele, um encontro entre a presidente da Comissão Europeia, …


Exclusivo
Claudia Matarazzo

Autossabotagem na pandemia

Só mesmo a autossabotagem para explicar a enxurrada de sentimentos contraditórios que vem nos afligindo nesta pandemia. Ok, o momento é delicado, estamos todos fartos de notícias ruins, mas nada – …


Exclusivo
Claudia Matarazzo

Histórias de violência no paraíso

Mergulhada que estou na História do Brasil, para um novo livro de receitas regionais e o “como comer e servi-las”, fiz uma imersão na obra “ História da Gente Brasileira”, da fantástica historiadora …


Exclusivo
Claudia Matarazzo

Festa de criança após pandemia

Diga que sou mal-humorada, mas, se tem uma coisa que no pós-pandemia, vou adorar ver mudar para a versão mais enxuta – e sem aglomeração – serão as festas infantis. Sempre fugi desses micos o …


Exclusivo
Claudia Matarazzo

Regras de etiqueta em tempos de mudanças

Muita gente me pergunta se, com a rapidez das mudanças, ainda se usa isso ou aquilo e se é preciso prestar atenção em “etiqueta”. Calma! Etiqueta ajuda sempre – e nunca faz mal. Ela simplifica e …


Exclusivo
Claudia Matarazzo

A mulher e as cafajestadas

Na coluna da semana e do mês da mulher, vamos falar sobre homens – e você logo entenderá o motivo. Há uma frase anônima que diz “existem os cafajestes e existem os homens”. Verdade, embora acrescente …


Exclusivo
Claudia Matarazzo

Viagens pós-pandemia

Você já pensou para onde quer ir assim que puder viajar sem tantos protocolos de segurança e já vacinado? Aposto que sim, como muita gente. E fico meio danada ao ouvir de tanta gente que não vê a …


Olá, !

Esse é o seu primeiro acesso por aqui, então recomendamos que você altere o seu nome de usuário e senha, para sua maior segurança.



Manter dados