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Mais de 700 denúncias de festas clandestinas na Grande Vitória

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Cidades

Mais de 700 denúncias de festas clandestinas na Grande Vitória


O número de festas clandestinas, conhecidas como “Baile do Mandela” já impressiona na Grande Vitória. Somente nos sete primeiros meses do ano, pelo menos 710 ocorrências foram registradas, segundo a Polícia Militar, o que equivale a quase três festas por dia.

Os dados são frutos de operações de fiscalização, feitas pelas forças policiais e prefeituras da Grande Vitória, que afirmam reforçar ainda mais as ações de combate a esse tipo de evento.

“Temos o Gabinete de Gestão Integrada Municipal, onde fazemos ações integradas para impedir esses eventos. Recebemos as denúncias, filtramos e nos organizamos para irmos até o local, no dia da festa. Procuramos sempre ir antes do evento começar, até mesmo para evitar possíveis confusões”, disse o gerente de Vigilância Sanitária da Serra, Marcos Tosta.

O capitão da PM Rodrigo Lourencini diz que fiscalização tem  efeito positivo  (Foto: Roberta Bourguignon)O capitão da PM Rodrigo Lourencini diz que fiscalização tem efeito positivo (Foto: Roberta Bourguignon)

Em Guarapari, a PM também decidiu fechar o cerco de uma maneira diferente. Depois de fazer 67 operações para combater a perturbação do sossego, praticada pelas festas clandestinas, o 10º Batalhão de Polícia Militar passou a visitar os organizadores antes dos eventos acontecerem.

“Nos últimos dois meses, começamos a fazer visitas tranquilizadoras aos promotores dos eventos, antes desses acontecerem, e tem surtido muito efeito. Mostramos as consequências legais de fazer o evento sem autorização do município e a importância em respeitar o sossego da comunidade. Muitos estão acatando nossa orientação de não fazer o evento”, conta o chefe do setor, capitão Rodrigo Lourencini.

As consequências vão desde a apreensão do som até a assinatura de um termo circunstanciado de contravenção penal, que é o caso da perturbação do sossego, comprometendo-se a comparecer em juízo para responder sobre o
crime.

“Se não assinar o termo circunstanciado, é encaminhado para a delegacia para as medidas por parte da Polícia Civil”, completa Lourencini.

Em nota, a PM disse que faz levantamentos de inteligência para monitorar os locais de realização das festas clandestinas e empenha efetivo exclusivo para a fiscalização de tais eventos.