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Liberados R$ 1,9 bilhão para produzir vacina

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Coronavírus

Liberados R$ 1,9 bilhão para produzir vacina


Eduardo Pazuello (Foto: José Dias/ PR)
Eduardo Pazuello (Foto: José Dias/ PR)
O presidente Jair Bolsonaro assinou ontem, durante cerimônia no Palácio do Planalto, medida provisória que libera R$ 1,9 bilhão para viabilizar a produção de 100 milhões de doses da chamada “vacina de Oxford” contra o novo coronavírus. A previsão é que o primeiro lote deve ficar pronto a partir de janeiro de 2021.

A abertura desse crédito extraordinário segue agora para análise do Congresso Nacional, que terá até 120 dias para aprová-lo. Por se tratar de uma medida provisória, o dinheiro fica liberado assim que o texto for publicado no Diário Oficial da União.

“O governo federal reforça o seu compromisso em salvar vidas. Com a assinatura desta medida provisória, estamos garantindo a aplicação de recursos a uma vacina que tem se mostrado a mais promissora do mundo”, afirmou o ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello.

Em seu discurso na cerimônia, o presidente Jair Bolsonaro voltou a defender o uso da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19 e elogiou a atuação do ministro interino na Saúde.

Os recursos serão destinados à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que tem acordo com a farmacêutica AstraZeneca para compra de lotes e transferência de tecnologia da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido.

A expectativa do governo é que, caso a vacina seja eficaz, uma campanha de vacinação contra a Covid-19 seja realizada em 2021.

Butantan

Outro acordo, do estado de São Paulo com a farmacêutica chinesa Sinovac Biotech, prevê o desenvolvimento de uma vacina sob coordenação do Instituto Butantan.

O diretor do Butantan, Dimas Covas, afirmou ontem ser possível ter a vacina em produção em outubro, mas para ser disponibilizada à população, ela ainda deverá passar pela aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

No momento, a vacina está sendo testada em cerca de 9.000 voluntários no País.

“Poderemos ter (a vacina) em outubro. A grande pergunta é se estará registrada e aprovada. Sou muito otimista. Acho que um prazo razoável seria janeiro de 2021”, afirmou Covas.
 


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