Trump critica resolução limitando poderes de guerra e diz: 'votação mais importante ainda virá'
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou nesta quinta-feira, 08, a votação no Senado que limita os poderes de guerra, dizendo que a medida "prejudica enormemente a autodefesa e a segurança nacional dos Estados Unidos". Em postagem na Truth Social, ele disse que, de qualquer forma, e apesar de sua "estupidez", a Lei dos Poderes de Guerra é inconstitucional, violando totalmente o Artigo II da Constituição, como todos os presidentes e seus Departamentos de Justiça já determinaram antes de mim. Por sua vez, ele afirmou que "uma votação mais importante no Senado ocorrerá na próxima semana sobre este mesmo assunto".
"Os republicanos deveriam se envergonhar dos senadores que votaram com os democratas na tentativa de nos privar do poder de lutar e defender os Estados Unidos da América. Susan Collins, Lisa Murkowski, Rand Paul, Josh Hawley e Todd Young jamais deveriam ser eleitos novamente", afirmou.
A resolução avançou por 52 votos a 47, garantindo uma votação subsequente sobre o mérito do texto. A proposta, porém, tem poucas chances de virar lei, já que precisaria ser aprovada também pela Câmara e sancionada pelo próprio Trump - que deve vetar a resolução, segundo a imprensa americana.
O texto prevê que qualquer novo ataque contra a Venezuela dependa de autorização prévia do Congresso.
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