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Indústria de móveis já prevê 700 contratações

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Economia

Indústria de móveis já prevê 700 contratações


Mesmo com a chegada da pandemia do novo coronavírus, que provovou crise em praticamente todos os setores da ecomonia, o segmento moveleiro obteve crescimento. Prova disso é a previsão da criação de 700 vagas de emprego até o fim do ano.

As perspectivas são otimistas baseadas nas vendas de junho e julho, que foram positivas. O volume de vendas foi superior ao mesmo período de 2019, e as contratações tiveram um crescimento superior a 100% em relação ao mesmo período do ano passado, o que tem trazido resultados favoráveis para muitas empresas.

Para o empresário e presidente da Câmara Setorial da Indústria Moveleira da Findes, Luiz Rigoni, já no início de junho a indústria moveleira começou a recontratar, e as vendas voltaram ao patamar planejado.

“Para agosto já estamos com uma carteira de pedidos muito boa, que superou as nossas expectativas. Tenho participado de várias reuniões e é notório que a 'música' é a mesma em todo Brasil. Inclusive, algumas matérias-primas já estão em falta e podem atrasar os nossos pedidos”, pontuou.

Para o presidente do Sindicato das Indústrias da Madeira e do Mobiliário de Linhares e Região Norte (Sindimol), Ademilse Guidini, muitas variáveis estão sendo apontadas para esse crescimento, principalmente a questão do isolamento social, que tem motivado a população a cuidar mais do lar.

Guidini também cita pesquisa que mostra aumento de venda de móveis pela internet.

Produção de móveis  cresceu por conta do aumento no número de pedidos. Mercado iniciou retomada em maio (Foto: Divulgação)
Produção de móveis cresceu por conta do aumento no número de pedidos. Mercado iniciou retomada em maio (Foto: Divulgação)

“Com as pessoas em casa, muitas aproveitaram para investir no conforto de seus lares. Pesquisa divulgada pelo Movimento Compre & Confie em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) mostrou que a venda de móveis pela internet teve um crescimento de 94,4% nos cinco primeiros meses de 2020, comparado com o mesmo período de 2019”. Ele completou afirmando que o faturamento foi de R$ 2,51 bilhões. Segundo Guidini isso refletiu diretamente na produção das indústrias, impactando também na necessidade de mais pessoas trabalhando nas fábricas.

O presidente do Sindimol disse ainda que desde o final de maio já se percebia uma retomada significativa das vendas, o que foi muito importante até mesmo para manter o otimismo para enfrentar mais um momento de crise.

Otimismo com as vendas, mas cautela até o fim do ano

O empresário Bruno Rangel confirma o aumento nas vendas de móveis. Em junho a empresa de Bruno, que produz gabinete para banheiro, vendeu 129% acima da meta estipulada para o mês, e 180% a mais que junho de 2019.

Rangel acredita que o isolamento social é um dos motivos do crescimento, mas também aponta o auxílio emergencial do governo.

“Acredito que toda essa demanda seja em virtude das pessoas que acabaram, devido ao isolamento social, passando mais tempo em casa, e perceberam a necessidade de itens que normalmente não percebiam. Também tem o auxílio emergencial do governo, que injetou uma grande quantia de dinheiro no mercado”.

Tradicionalmente o segundo semestre é mais favorável para o crescimento das vendas de móveis que o primeiro. Este ano, porém o presidente do Sindicato das Indústrias da Madeira e do Mobiliário de Linhares e Região Norte (Sindimol), Ademilse Guidini, disse que mesmo com os números indicando uma retomada no crescimento do setor é preciso ter cautela.

“Os números apresentados trazem otimismo, mas ao mesmo tempo cautela. Ainda não é possível fazer uma projeção muito precisa do segundo semestre, é complicado fazer qualquer previsão”.

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