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Idoso mata pai e filha após briga por cachorro

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Internacional

Idoso mata pai e filha após briga por cachorro


Viaturas da polícia cercam a casa durante tiroteio na Flórida (Foto: Divulgação/Polícia de Port St. Lucie)
Viaturas da polícia cercam a casa durante tiroteio na Flórida (Foto: Divulgação/Polícia de Port St. Lucie)
Um homem e sua filha de 11 anos foram mortos a tiros pelo vizinho, um idoso de 82 anos, em Port St. Lucie, Flórida, nos Estados Unidos, segundo comunicado da polícia local. O pai e a filha estavam em casa quando foram assassinados.

Ronald Delserro, de 82 anos, invadiu a casa de Guy Alexander Hansman com duas armas e disparou vários tiros dentro e fora da residência. A polícia foi acionada após ligação de Harper Hansman, de 11 anos, para o serviço de emergência 911. Ao chegar no local, houve troca de tiros e um policial também foi baleado, mas não sofreu ferimentos por causa do colete à prova de balas. O crime aconteceu nesta segunda-feira (06).

Harper Hansman, foi assassinada pelo vizinho após testemunhar contra cachorra na Flórida (Foto: Acervo de Família)
Harper Hansman, foi assassinada pelo vizinho após testemunhar contra cachorra na Flórida (Foto: Acervo de Família)
"Se você ouvisse essa ligação, teria deixado os pelos do seu pescoço arrepiados. Uma garotinha liga dizendo 'tem alguém atirando em nossa casa. Eu acho que meus pais estão mortos. Acho que minha família está morta", disse o xerife do condado de St. Lucie, Ken Mascara, ao canal WPEC.

A polícia então cercou o perímetro da casa e aguardou a chegada de uma equipe da SWAT, unidade de polícia tática especializada. Ao entrar na casa, os policiais da SWAT encontraram o suspeito morto em um quarto no segundo andar. 

Durante o momento da invasão haviam 6 pessoas na casa, além do suspeito. Quatro conseguiram fugir e duas morreram. Guy Hansman, de 55 anos, foi baleado pelo suspeito na garagem e declarado morto no local. Sua filha Harper foi baleada dentro de casa e chegou a ser levada pela polícia ao hospital, mas não resistiu.

Segundo a polícia, o crime aconteceu por causa de uma briga sobre o cachorro do idoso, que mordeu o vizinho. Em 24 de junho, Harper testemunhou em uma audiência onde o animal foi classificado como "perigoso". O caso começou em março, quando a cachorra atacou sua mãe e a cachorra de sua família enquanto elas passeavam pela vizinhança.

Delserro e sua esposa foram multados em US$ 505 (o equivalente a R$ 2.696) por não prender o cachorro com segurança em uma cerca."Após saírem do Tribunal, o suspeito pegou as armas e foi até a casa da vítima", disse Mascara em entrevista coletiva.

Na terça-feira (07), a esposa do suspeito entrou em contato com o Departamento de Controle de Animais e declarou que desejava entregar a cachorra Roxy e que estava saindo da cidade. Como proprietária dos direitos da cachorra, ela deu o consentimento para Roxy ser sacrificada.

Briga por causa de cachorra

Rosy, cachorra da raça cano corso, declarada como 'perigosa' pelo Serviço de Controle de Animais  (Foto: Divulgação)
Rosy, cachorra da raça cano corso, declarada como 'perigosa' pelo Serviço de Controle de Animais (Foto: Divulgação)
As desavenças entre a família Hansman e os vizinhos Delserro começaram em 4 de março quando Rucca, cadela poodle pertencente aos Hansman, foi atacada pela cachorra dos Delserro enquanto era levada para passear pela Sra. Hansman. Ao tentar separar os animais, ela também foi mordida várias vezes por Roxy, da raça cane corso.

As duas precisaram receber atendimento médico e Rucca levou vários pontos no pescoço e nas patas. Após o incidente, o Serviço de Controle de Animais iniciou uma investigação de cachorro perigoso.

Durante os meses em que a investigação prosseguiu o sr. e a sra. Delserro foram notificados mais de uma vez por descumprirem regulamentos do estado da Flórida e deixarem a cachorra solta e sem supervisão.

Roxy foi declarada uma cachorra perigosa por um magistrado especial no dia 24 de junho, em audiência onde a Sra. Hansman e sua filha Harper Hansman testemunharam. Uma semana depois, os Delserro receberam a carta com a decisão final, mas o sr. Delserro se recusou a assinar o documento comprovando o recebimento

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