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Humor e emoção com Paulo Gustavo

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Humor e emoção com Paulo Gustavo


Paulo Gustavo é o atual rei das bilheterias brasileiras. Em 2013, o primeiro “Minha Mãe é uma Peça” – baseado no monólogo do mesmo nome, por sua vez inspirada em dona Déa Lúcia, a mãe do ator – levou mais de três milhões e meio de pessoas aos cinemas.

Minha Mãe é uma Peça (Foto: Divulgação)
Minha Mãe é uma Peça (Foto: Divulgação)
Entre 2016 e 2017, “Minha Mãe é uma Peça 2” mais que dobrou este número. E, na virada do ano passado para este, “Minha Vida em Marte” (em que Paulo Gustavo é o melhor amigo da protagonista, vivida por Mônica Martelli) fez mais de cinco milhões e meio de espectadores, uma cifra gigantesca para os padrões atuais.

Diante desses números, era inevitável um terceiro longa estrelado por Dona Hermínia, o avatar materno do ator. Mas será que havia assunto? Afinal, a personagem já foi apresentadora de TV, já invadiu uma boate em busca da filha, já se meteu em encrenca em Nova Iorque.

Até a síndrome do ninho vazio, com os filhos saindo de casa, já foi explorada no longa anterior. E tudo isso sem um roteiro convencional, desses com trama que se resolve no final.

A filmografia de Paulo Gustavo é assim mesmo, feita por cenas meio soltas: esquetes que funcionariam sozinhos em um programa de humor. Nada disso incomodou o público, é óbvio.

A surpresa em “Minha Mãe é uma Peça 3” é justamente o roteiro, bem mais consistente que nas empreitadas anteriores. No começo, dona Hermínia está entediada. Ela não trabalha mais na televisão mas continua rica, morando em um amplo apartamento à beira-mar, em Niterói.

Seu marasmo logo é sacudido por duas notícias: o filho Juliano (Rodrigo Pandolfo) vai se casar com o namorado e a filha Marcelina (Mariana Xavier) está grávida. Essas duas efemérides servem de motor para o filme.

Enxerida que é, a matriarca se mete em tudo: os preparativos para o casório, o exame pré-natal, o jantar com a família do noivo, o chá de bebê.

Com direito, é claro, a brigas com todos os parentes e recém-conhecidos – em especial, com Ana (Stella Maria Rodrigues), a futura sogra do filho. Ainda assim, o longa não deixa de ser episódico.

Muito já se falou da ausência de beijo gay na sequência do casamento. A verdade é que ele não faz falta. “Minha Mãe é uma Peça” termina com uma ode a todas as famílias, em qualquer configuração.

Nos créditos finais, Paulo Gustavo ainda se declara a todas as pessoas importantes de sua vida. Quem for esperando apenas dar risada corre o sério risco de se emocionar.


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