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Governo federal estuda concessão da BR 262 para o ano que vem

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Economia

Governo federal estuda concessão da BR 262 para o ano que vem


Governo estuda a concessão da rodovia BR 262  (Foto: Thiago Coutinho/ AT/ 23/01/2019)
Governo estuda a concessão da rodovia BR 262 (Foto: Thiago Coutinho/ AT/ 23/01/2019)

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, anunciou, nesta sexta-feira (13), uma nova rodada de concessões com 44 leilões previstos que devem atrair mais R$ 101 bilhões em investimentos a partir do próximo ano em aeroportos, rodovias, ferrovias e portos. Entre as estradas que estão nesse pacote, segundo o ministro, estão as BRs 262 e 381, que ligam o Espírito Santo ao estado de Minas Gerais. 

Caso se confirme, esse valor representará quase dez vezes mais do que foi realizado no primeiro ano do governo de Jair Bolsonaro e 43% do total da carteira (R$ 231 bilhões) prevista até 2022, quando vence o mandato presidencial.

Somente a concessão da rodovia Nova Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro, deve exigir R$ 17 bilhões em investimentos, segundo a secretária Natália Marcassa. "Será o grande projeto do próximo ano ao lado dos 22 aeroportos", disse o ministro Tarcísio.

Segundo ele, sete rodovias deverão ser concedidas no final do próximo ano, atraindo R$ 42,6 bilhões em investimentos. São elas: BR-101/SC, BRs 381 e 262/ MG-ES, BRs 163 e 230/ MT-PA, BRs 153, 080 e 414/ GO-TO, BRs 116, 101, 465/ SP-RJ, Brs 116 e 493/ RJ, BRs 040 e 495/ RJ-MG.

Em dezembro de 2020, também está previsto o leilão de 22 aeroportos em três blocos, com investimentos previstos de R$ 5 bilhões.

No ano seguinte, todos os demais aeroportos hoje administrados pela estatal Infraero, serão concedidos. Segundo o ministro, a estatal continuará existindo e será reestruturada. "Estudamos até fusão da Infraero com outras empresas", disse.

Na área portuária, serão nove terminais no Ceará, Paraná, Maranhão, Bahia, e São Paulo com quase R$ 1 bilhão em investimentos. O ramo ferroviário deverá gerar R$ 52,8 bilhões em investimentos com duas novas ferrovias, a FIOL (Integração Oeste-Leste) e a Ferrogrão, e quatro renovações antecipadas.


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