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Governo culpa robôs por fila na Previdência

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Economia

Governo culpa robôs por fila na Previdência


Secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Paulo Uebel (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)
Secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Paulo Uebel (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

Uma digitalização parcial, com uso de robôs, dos serviços do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) está entre as causas do aumento da fila de espera pela liberação de benefícios, afirmou ontem o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Paulo Uebel.

De acordo com o secretário, hoje 93% das requisições de beneficiários são feitas pela internet, em serviços que são muitas vezes feitos por chatbots, uma espécie de robô que faz o atendimento virtual à população.

Por outro lado, os processos internos do órgão não foram totalmente adaptados. “A digitalização alcançou as etapas iniciais, mas tem todo um trabalho ainda, que são os processos internos de análise onde a digitalização ainda não conseguiu avançar. Se nós já estivéssemos nessa etapa, possivelmente teríamos um reflexo menor”, disse o secretário especial adjunto, Gleisson Rubin.

Segundo o secretário, entre 2010 e 2019, o INSS foi o órgão do governo que mais recebeu autorização de concursos, com 8.900 vagas. Ele não informou, entretanto, se esse número foi suficiente para repor as vagas desocupadas por servidores que se aposentaram no período.

Nesta semana, o governo anunciou uma força-tarefa com 7 mil militares para tentar reduzir o tempo de espera para a liberação de aposentadorias e outros benefícios.

A fila no INSS é de 1,3 milhão de pedidos de requerimentos que não foram respondidos dentro do prazo legal de 45 dias. A expectativa do governo é de que até setembro ou outubro o órgão tenha capacidade de analisar o fluxo mensal de pedidos de benefícios.

Em 2018, foi implantada a análise remota de benefícios, além de um programa de dispensa de horários dos servidores, onde eles passariam a ter apenas uma meta mensal de análises e direito a bonificação quando ultrapassassem a meta. A promessa era de zerar a fila do INSS até dezembro, mas o objetivo não foi alcançado.

Outro desafio é a adequação do sistema para que aposentadorias, pensões e outros benefícios sejam concedidos de acordo com as regras da reforma da Previdência, em vigor desde novembro, já que alguns órgãos previdenciários ainda não se adaptaram totalmente.


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