search
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.


Assine agora e tenha acesso ao conteúdo exclusivo do Tribuna Online!

esqueceu a senha? Assinar agora
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.

Governo assina acordo para apoiar programa da Nasa que prevê nova missão à Lua

Notícias

Publicidade | Anuncie

Ciência e Tecnologia

Governo assina acordo para apoiar programa da Nasa que prevê nova missão à Lua


Bolsonaro e Marcos Pontes  assinam apoio a programa da Nasa (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)Bolsonaro e Marcos Pontes assinam apoio a programa da Nasa (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O governo Jair Bolsonaro (sem partido) assinou nesta terça-feira (15) um acordo para apoiar um programa do governo americano que prevê o envio de uma tripulação à Lua em 2024.

De acordo com o Ministério da Ciência e Tecnologia, o acordo estabelece princípios e diretrizes de cooperação internacional na exploração do espaço, entre elas fins pacíficos, transparência e divulgação de dados.

Ainda segundo a pasta, o Brasil é o único país da América Latina e o 12º a assinar a parceria de adesão ao programa Artemis da Nasa, de retorno à Lua. A lista inclui, além dos EUA, Austrália, Canadá, Itália, Japão, Luxemburgo, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido, Coreia do Sul, Nova Zelândia e Ucrânia.

O ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, disse que a adesão do Brasil ao programa Artemis é "um grande salto para o programa espacial brasileiro". "Esse programa retorna com missões tripuladas á Lua e hoje o Brasil se integra a esse esforço", disse o ministro e ex-astronauta.

A cerimônia no Palácio do Planalto teve a participação do presidente Bolsonaro, do ministro Carlos França (Relações Exteriores) e do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman. Enviaram mensagem de vídeo o administrador da Nasa, Bill Nelson, e o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken.

Em um primeiro momento, a adesão do Brasil ao programa Artemis não envolve investimentos do País.

"Neste momento não tem nenhum recurso envolvido. Na medida que o Brasil vai se integrando nas diversas missões e atividades do programa, podem ser feitos contratos individuais e separados para cada uma dessas fases", disse.

Todd Chapman afirmou, por sua vez, que os acordos Artemis "são parte de um esforço amplo dos seus signatários para trabalharem juntos para a exploração civil pacífica do espaço". "Eu espero ver na Lua a bandeira brasileira ao lado da bandeira dos EUA", disse.

Ele também afirmou que o plano do governo americano é que, no retorno de missões humanas à Lua, a tripulação seja formada pela primeira mulher e a primeira pessoa negra a aterrissar no satélite.

Após a cerimônia, Pontes foi questionado se a tripulação que deve viajar à Lua em 2024 será formada exclusivamente por americanos. Ele disse que sim, mas que, no âmbito do acordo, outros países podem integrar eventuais missões.