search
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.


Assine agora e tenha acesso ao conteúdo exclusivo do Tribuna Online!

esqueceu a senha? Assinar agora
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.

Gestantes que tomaram Astrazeneca podem tomar 2ª dose de Pfizer em São Paulo

Notícias

Publicidade | Anuncie

Coronavírus

Gestantes que tomaram Astrazeneca podem tomar 2ª dose de Pfizer em São Paulo


Mulheres grávidas e puérperas de São Paulo que tomaram a primeira dose da vacina da Astrazeneca devem completar o esquema vacinal com a segunda dose da Pfizer.

Mulheres grávidas e puérperas devem completar o esquema vacinal com a segunda dose da Pfizer (Foto: Divulgação)Mulheres grávidas e puérperas devem completar o esquema vacinal com a segunda dose da Pfizer (Foto: Divulgação)

Nesta quarta (21), o vice-governador Rodrigo Garcia (DEM) anunciou que todos os municípios paulistas estão liberados a aplicar a vacina da Pfizer nesses casos a partir de sexta (23).

A decisão segue orientação do Ministério da Saúde, que suspendeu em 11 de maio a vacinação com o imunizante da Oxford/AstraZeneca das gestantes e puérperas.

Na época, apenas o grupo com comorbidades estava incluído no calendário de vacinação. A suspensão ocorreu após o registro de um caso de óbito de gestante que recebeu a vacina Oxford/AstraZeneca.

Com a suspensão, a vacinação de gestantes que ainda não tinham recebido as doses passou a ocorrer no país com o uso de imunizantes da Pfizer e do Butantan.

Segundo Regiane de Paula, coordenadora do Programa Estadual de Imunização (PEI), 9.000 mulheres desse grupo receberam a 1ª dose da AstraZeneca. Nesses casos, elas devem ir aos postos de saúde com o cartão de vacinação na data em que está prevista a aplicação da segunda dose para receber o imunizante da Pfizer.

Outros estados, como Rio de Janeiro, já haviam autorizado que o esquema vacinal dessas mulheres pudesse ser completado com a Pfizer.

Rossana Pulcineli, presidente da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo), afirmou que estudos já indicaram ser eficaz e não haver nenhum efeito adverso importante na combinação dos dois imunizantes.

"Precisamos proteger essas quases 9 mil gestantes de São Paulo que só tomaram a primeira dose, especialmente diante da presença da variante delta. É importante que todas essas mulheres possam estar plenamente imunizadas."
Pulcineli destacou que a vacinação pode ser feita em qualquer idade gestacional.