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Gabriel Contente: “É difícil a vida de solteiro na pandemia”

Entretenimento

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Gabriel Contente: “É difícil a vida de solteiro na pandemia”


Gabriel Contente (Foto: Pino Gomes/Divulgação)
Gabriel Contente (Foto: Pino Gomes/Divulgação)

Dentro do papo de “novo normal”, dar aquele cafuné e um cheiro gostoso no cangote ainda é um dos grandes desafios. Sobretudo para quem está enfrentando os mais de três meses de isolamento social sem ninguém ao lado. Como é o caso do ator, diretor e humorista Gabriel Contente.

“É difícil a vida de solteiro na pandemia. Situação difícil!”, assume o carioca de 24 anos, em bate-papo bem-humorado com o AT2.

Animado para mudar o placar desse jogo do amor, sair do zero a zero, Gabriel Contente já planejou sua vida pós-pandemia: “Vou fazer festa, chamar todo mundo que eu conheço e beijar na boca de cada um”, afirmou.

Mas, enquanto esse plano não se concretiza, o jovem aproveita sua inquietação artística e sua saudade do convívio social para se distrair.

Ele já produziu vídeos de humor, colocando-os em destaques no Instagram, postou fotos conceito e relembrou seus trabalhos no teatro e na TV – como o Vicente de “Bom Sucesso” e o Kavaco de “Malhação - Vidas Brasileiras”.

Não tem jeito. Por enquanto, amor só mesmo na ficção, dando vida ao Felipe, o motorista de aplicativo apaixonado pela Lara (Iasmin Farias). Esse lance rola na websérie “Vamo que Vamo”, que está no YouTube.

Na série, Felipe tem medo do amor. E você? “Depende. Eu gosto muito de um romance, meu lado canceriano. Mas adoro viver a vida livre para fazer o que eu quiser. Gosto muito das surpresas e da aventura”, diz.

Tanto a surpresa quanto a aventura também estão presentes no humor, uma paixão de Gabriel, que investe em música, poesia e textos para os palcos.


Gabriel Contente | Ator, diretor e humorista
“Lançarei um funk autoral”


AT2: “Ator, dramaturgo e modelo aos domingos quando tá chovendo”. É como se apresenta nas redes sociais. Mas como é essa parte de modelo? Isso é papo de quem se acha um gato da TV?
Gabriel Contente: (Risos) Na verdade, só falei qualquer coisa bonita pra resposta ficar mais sofisticada.

O meu lado comediante sempre fala mais alto. Adoro lidar com humor em tudo que faço. Acho que foi isso que definiu minha carreira até aqui: a arte de achar o riso até nas horas difíceis.

A arte é sua praia, em várias formas. Mergulha no universo da criação, seja dirigindo, cantando, atuando ou escrevendo. Aliás, a arte tem feito companhia para as pessoas isoladas em tempos de pandemia. Desde quando ela o acompanha? Como foi esse encontro?
Começamos a namorar quando eu tinha 13 anos, compromisso sério. Mas já flertávamos de longe e de perto, desde que eu era uma criança desnaturada. (Risos) Atrás do piano com os fantoches, apresentando para a família, construindo textos e dirigindo os amigos na escola... Contando histórias que eu mesmo criava para minha mãe. Enfim, um amor eterno com o tablado.

Tem aproveitado o período de isolamento social para alavancar alguns projetos?
Olha, é um período difícil. Estou elaborando algumas coisas, mas tudo é mais complexo. Em breve, lançarei um funk autoral, me lançando na carreira musical. Também estou com um canal de humor: o “ParodiAmo”.

Nos destaques do seu Instagram, “Diário de um Quarentener” e “Blogueiro Quarentenado” retratam, de forma bem-humorada, a realidade de muitas pessoas. Esse tipo de comédia ácida o representa? Nem as blogueiras escapam!
Amo esse personagem, o blogueirinho! Ele nasceu na época da “Malhação”, para zoar os blogueiros famosos e os não famosos. Essa necessidade contemporânea de exibir todas as suas intimidades nas redes sociais...

Ao virar figura pública e me ver nessa situação, preferi fazer humor, como tudo na minha vida.

Também transformou sua casa em cenário para seus vídeos. Considera-se inquieto? Precisa estar sempre criando, se mexendo?
Acho que nunca vou parar de fazer arte. É minha vida, é como respiro. Às vezes, acordo com uma ideia e simplesmente preciso transformá-la em realidade.

Já no “Dicas do Oswaldo”, no “ParodiAmo” no YouTube , as pessoas e as situações cotidianas são suas principais inspirações? Ou curte buscar referência na literatura e na própria música?
A fonte principal do Oswaldo é o próprio comportamento burguês. Situações corriqueiras e como os burgueses se comportam com elas. A realidade do Oswaldo é totalmente baseada na sua bolha individual, onde só ele é o importante e só sua opinião é que importa.

Está apreensivo para ver como serão as coisas no chamado “novo mundo”?
Apreensivo e com medo. Mas tenho fé de que tudo vai se ajeitar.

Temos que focar em ser generosos e desenvolver questões profundas, como relações pessoais, aprofundamento espiritual e desenvolvimento intelectual. Mas cada um sabe o que dá para fazer, porque cada um tem uma vida e uma cabeça. E Deus sabe que, às vezes, é bem difícil!


O que ele diz


Novela
“Sou autocrítico, mas só no sentido positivo para o meu autoconhecimento e para aperfeiçoar meu trabalho. Meu ídolo Pedro Paulo Rangel uma vez me disse: ‘O ator não pode ser arrogante e tampouco pode ser modesto’”, disse Gabriel Contente, em uma entrevista sobre sua atuação em “Bom Sucesso”.

“Bobeira”
“É tão bom entrar no set de filmagem já fazendo piada! Eu já faço isso normalmente, mas, como gosto de entrar no personagem um pouco antes da cena, acaba que tenho que mudar a chavinha. No Felipe, a chavinha era sempre ligada na bobeira”, conta Gabriel Contente, que vive um motorista de aplicativo na websérie “Vamo que Vamo”.


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