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Fui vítima de um golpe online. E agora, o que devo fazer?
Mundo Digital
Eduardo Pinheiro

Eduardo Pinheiro


Fui vítima de um golpe online. E agora, o que devo fazer?

A pandemia do coronavírus criou uma esfera altamente favorável para a prática dos golpes online. Com as pessoas cada vez mais conectadas, buscando o ambiente digital para a realização das mais diversas atividades do mundo moderno, os criminosos têm praticado seus golpes em larga escala, aproveitando da displicência das pessoas com a sua segurança digital. As duas modalidades de golpes que vêm se destacando são os praticados no comércio eletrônico e os que buscam o roubo de dados pessoais, dados bancários e cartões de créditos.

Devido à extensa variedade de golpes praticados, não é uma tarefa fácil fornecer dicas gerais que sejam eficientes para todos os tipos de cibercrimes. Alguns fazem uso de ferramentas sofisticadas e outros são praticados sem nenhum tipo de método aprimorado, pois são utilizadas aplicações do dia a dia, como e-mails, aplicativos de conversas ou perfis de redes sociais.

Talvez, a dica geral mais eficiente para tentar evitar ser vítima de um golpe online, seja lembrar que, os mesmos riscos que encontramos nas ruas podem ser encontrados, em grande número, na internet. Desse modo, devemos, no ambiente virtual, estar em “estado de alerta”.

Sempre desconfiar de mensagens com links enviados por pessoas estranhas e duvidar de ofertas muito vantajosas ou facilidades que batem à porta, no caso na sua tela.

Mantendo esse “estado de alerta” no mundo digital é possível se manter protegido de grande parte das ameaças que agem na internet.

No entanto, se esse comportamento cauteloso não der resultado e a pessoa acabar se tornando mais uma vítima do cibercrime, o que pode ser feito para identificar o autor e buscar reparação na esfera civil e criminal?

A primeira orientação é reunir a maior quantidade possível de vestígios, salvar em local seguro qualquer documento digital que tenha relação com o golpe, tal como e-mails, boletos bancários, conversas e todo tipo de registro que possa ser caracterizado como prova do ato criminoso.

De posse desse material, a vítima deve procurar a delegacia mais próxima da sua residência para registrar o golpe e iniciar a investigação por parte da polícia.

Com o boletim de ocorrência em mãos será possível acionar as organizações envolvidas (bancos, operadoras de cartões de crédito ou de telefonia) para buscar o cancelamento ou estorno de valores envolvidos.

Vale lembrar que nem sempre será possível o ressarcimento dos valores desviados em dinheiro, tal como ocorre quando uma pessoa efetua transferência bancária para contas de terceiros, acreditando que está ajudando um amigo ou um parente, que foi vítima do golpe da clonagem do WhatsApp.

Enfim, para usufruir das potencialidades da internet e do mundo digital como um todo, é preciso ter muita cautela e colocar a sua segurança digital em primeiro lugar.

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