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Financiamento
Painel da Folha de São Paulo

Financiamento

Levantamento da consultoria Quaest estima que 12 canais bolsonaristas de YouTube, investigados no STF no inquérito dos atos antidemocráticos, faturaram ao menos R$ 647 mil nos últimos três meses com a ferramenta de monetização de anúncios da plataforma.

A estimativa leva em conta o dólar a R$ 5,45 e as métricas informadas pelo próprio YouTube. No topo de faturamento estão os canais Foco do Brasil e Folha Política, que arrecadaram R$ 196 mil e R$ 164 mil respectivamente.

Lucrativo
Os canais “O Giro de Notícias” e “Terça Livre” aparecem na sequência, com ganhos estimados em R$ 95 mil e R$ 64 mil só no YouTube. Presa em operação da Polícia Federal relacionada à investigação, Sara Winter faturou R$ 4.400 no período. O jornalista Oswaldo Eustáquio, que segue preso, levou R$ 13,5 mil.

Calcanhar
O inquérito mira participantes de atos em apoio à intervenção militar e busca rastrear como os grupos se financiam para propagar ideias antidemocráticas.

Posição
Em nota, o YouTube diz que não comentará a investigação, que está sob sigilo. Sobre a publicação de manifestações antidemocráticas, diz ser uma plataforma de vídeo aberta, na qual qualquer conteúdo está sujeito a revisão de acordo com as diretrizes da comunidade.

Lei
“Quando não há violação à política de uso do produto, a decisão final sobre a necessidade de remoção do conteúdo cabe ao Poder Judiciário, de acordo com o que estabelece o Marco Civil da Internet”, completa.

Venha
Os vereadores Eduardo Suplicy (PT) e Toninho Vespoli (Psol), presidente e vice da comissão de Direitos Humanos da Câmara de São Paulo, querem convidar Bia Doria para visitar centros de acolhida para moradores de rua. Eles apresentarão o pedido aos demais membros do grupo e, depois, à primeira-dama.

Discussão
Vespoli diz ter ficado muito preocupado ao assistir o vídeo em que a mulher do governador João Doria (PSDB) afirma que não se deve dar comida para moradores de rua pois, segundo ela, faz com que queiram continuar onde estão.

Tradução
“Ela gere políticas públicas importantes na área social. Queremos que ela entenda que essas pessoas têm vários problemas, como falta de perspectivas, drogas, álcool. É um problema multifacetado”, afirma o vereador.

Rédea curta
A Comissão de Ética da Presidência utilizou critérios diferentes para avaliar o que os ex-ministros da Saúde podem fazer após deixarem o cargo. No caso de Luiz Henrique Mandetta, ele está cumprindo quarentena profissional remunerada por seis meses antes de ser contratado para atividades no setor privado.

Livre estou
Já Nelson Teich foi liberado desse controle. “Não existe conflito, e por isso não existe a necessidade da quarentena. Independente dessa decisão, qualquer informação considerada privilegiada obtida em razão das atividades públicas exercidas tem que ser resguardada a qualquer tempo”, diz Teich ao Painel. Ele é empresário e tem negócios na área.

De leve
Na última terça, a comissão liberou Mandetta para poucas atividades, como “palestras, entrevistas e publicação de livros.”

Mamma mia
O Ministério Público Federal arquivou uma representação que argumentava que o meme “Morre, praga”, uma montagem em que um personagem do jogo de videogame Mario Bros martela a cabeça de Bolsonaro, configuraria ameaça ao Presidente.

É da vida
O procurador Frederico Paiva afirma que o próprio Bolsonaro recebeu o meme pelo Twitter e não fez representação. Além disso, diz no despacho, o próprio Presidente já demonstrou seu pensamento sobre a morte ao dizer “É a vida. Todos nós iremos morrer um dia.”

Topo
Os senadores Jorginho Mello (PL-SC), Antonio Anastasia (PSD-MG) e Mara Gabrilli (PSDB-SP) foram os que mais aprovaram projetos de leis relacionados à pandemia, com dois apresentados por cada um. Entre eles, a criação do Pronampe, linha de crédito para profissionais liberais e a proibição de restrição à cobertura de qualquer doença ou lesão, por seguro de saúde, em razão do coronavírus.

Tiroteio
“Bolsonaro veste a carapuça ao se opor ao projeto que quer identificar a origem das fake news: quer deixar ativo o gabinete do ódio.”

Do deputado Paulo Teixeira (PT-SP), sobre a declaração de Bolsonaro de que poderá vetar o projeto de lei que tramita na Câmara.

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