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Federal faz operação contra "coiotes" que enviam imigrantes ilegais para os EUA

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Polícia

Federal faz operação contra "coiotes" que enviam imigrantes ilegais para os EUA


 (Foto: Divulgação/PF)
(Foto: Divulgação/PF)

A Delegacia da Polícia Federal de Cachoeiro de Itapemirim, em conjunto com a Polícia Federal de Governador Valadares, em Minas Gerais, realizou uma operação contra "coiotes" (pessoas que têm como prática o envio ilegal de pessoas para os Estados Unidos), no estado mineiro.

A investigação teve início quando dois homens foram presos em flagrante ao tentarem tirar passaporte utilizando documentos falsos, na Delegacia de Polícia Federal de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo.

Ao longo da apuração, os policiais identificaram outros suspeitos que moravam na cidade de Pescador, em Minas Gerais, e um cartório que pode ter fornecido documentos falsos.

A Operação Tarrafa (alusão ao nome da cidade em que ocorreram as prisões) contou com 16 policiais federais, que cumpriram, nessa terça-feira (27), quatro mandados de busca e apreensão na cidade de Pescador, em Minas Gerais.

Foram apreendidos aparelhos celulares, mídias e documentos, que serão analisados para instrução da investigação.

Os envolvidos vão responder pelos crimes definidos nos artigos 232 - A, 245, § 1º e 2º, 297, 299 e 304 do Código Penal, bem como artigos 238 e 239 da Lei n° 8069/90 (Estatuto da Criança e Adolescente).

Entenda o caso

Os investigados têm como prática o envio ilegal de pessoas da região mineira do Vale do Mucuri para os EUA.

Eles atuavam conforme esquema já conhecido como “Cai Cai”, no qual há a utilização de crianças e adolescentes ou até mesmo adultos se passando por adolescentes, com documentos falsos, simulando um parentesco de pai e filho, para facilitar a entrada e permanência de maiores de idade no território norte americano.

Os custos da viagem eram patrocinados por pessoas conhecidas como “Coiotes”, que posteriormente recebiam grandes valores daqueles que conseguiam entrar no país estrangeiro, como pagamento pelos serviços prestados.

Em muitos casos, havia a confecção de falsos registros de paternidade dos menores, para permitir que terceiros os utilizassem no esquema.


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