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Exame da “ficha” adiou anúncio de ministro para segunda
Cláudio Humberto
Cláudio Humberto

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Exame da “ficha” adiou anúncio de ministro para segunda

Renato Feder (Foto: Divulgação/Sec. Esportes do Paraná)
Renato Feder (Foto: Divulgação/Sec. Esportes do Paraná)
O presidente Jair Bolsonaro convidou Renato Feder por telefone, ontem, para assumir o Ministério da Educação. O convite foi aceito. Mas ele foi avisado de que seu nome passaria por “pente-fino”, como ocorre a todos os indicados para cargos. Esse levantamento, e não “pressões” de aliados, levou o Planalto a retardar o anúncio, que deve ser feito na segunda-feira. Mas preocupou o governo a denúncia de suposta sonegação de impostos de empresa da qual Feder é sócio.

Briga na Justiça
A Multilaser é acusada de não pagar R$ 3,2 milhões em ICMS, mas a empresa atribui isso a um calote de R$ 95 milhões do governo paulista.

Sócio afastado
A empresa de Renato Feder é especializada em produtos de tecnologia (notebook, tablet, celular, acessórios etc.), da qual se afastou em 2018.

Aliados não pressionam
Aliados de Bolsonaro preferiam um deles chefiando o MEC, mas jamais contestariam a escolha de Bolsonaro, que deseja um nome técnico.

Fritura inevitável
O Planalto admite que a demora no anúncio deixa Feder “exposto”, mas é mais importante não permitir a repetição do vexame Decotelli.

Emissoras reagem ao furor arrecadatório do Ecad
O escritório particular de “arrecadação de direitos autorais”, de sigla Ecad, esperteza que há décadas controla esse mercado bilionário, chega a cobrar de emissoras de rádio e TV até 2,5% do faturamento comercial. Insaciável, percebeu nas “lives”, comuns na pandemia, a chance de faturar ainda mais. Assim, ao promover “lives” retransmitidas por YouTube, as emissoras de TV têm sido notificadas a pagar em dobro. Emissoras já recorrem à Justiça para conter tanta ganância oportunista.

Comissão esperta
O Ecad esconde o jogo, mas em 2018 faturou R$ 1,1 bilhão. Essa empresa privada fica com 10% da bolada, a título de “comissão”.

Artistas recebem pouco
Enquanto “comissões” de mais de R$ 100 milhões anuais fazem a alegria do Ecad, os artistas se queixam dos valores irrisórios que recebem.

Vai ter de explicar
O Ecad foi intimado pela Secretaria de Cultura a explicar sua nova esperteza arrecadatória, explorando emissoras e artistas de “lives”.

Pendurado na brocha
Poderia ser resumida em uma frase a nota do PSDB sobre a operação da Polícia Federal contra o senador tucano José Serra (SP): te vira, malandro. Agora controlado por João Doria, o PSDB não deu a mínima.

Saúde é o que interessa
Amigos de José Serra estavam mais preocupados ontem com a saúde do senador tucano do que com as acusações da força-tarefa da Lava a Jato em São Paulo. A saúde de Serra é delicada.

Conservador-raiz
O deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) reconheceu ontem que a nomeação do titular do MEC é atribuição exclusiva do Presidente, mas opinou que o escolhido “não deve ser neutro” e sim “conservador-raiz”.

Usina de fake news
A mais recente invenção da usina televisiva de fake news é a de que o virtual ministro de Educação, Renato Feder, teria “exigido” o controle do FNDE. Lorota. Feder não é burro, nem Jair Bolsonaro tão tolerante.

Convenção de fã-clubes
Sexta é dia morno de fofocas, nas repartições. No 3º andar do Planalto, ontem, a conversa era a suposta demissão de atores como Tony Ramos, Lima Duarte e Antonio Fagundes. O clima era de revolta contra a Globo.

Papo de peruas
Sem-teto? A primeira-dama de São Paulo, Bia Doria, disse que “a rua hoje é um atrativo” e que “a pessoa gosta de ficar na rua”. Mostrou com isso que jamais usou dez segundos na vida refletindo sobre o assunto.

Menos é mais
Sabendo que a tecnologia será ainda mais fundamental no retorno ao trabalho, o Ministério da Economia fechou parceria com a Microsoft. A expectativa é de economia de 22,71% com as licenças dos programas.

Luz no fim do túnel
Após três meses de queda agressiva, as vendas de carros no Brasil em junho fecharam com alta histórica de 116,68%, comparadas a maio: 122 mil veículos. A venda de caminhões e ônibus também cresceu.

Pensando bem...
...o silêncio do Presidente chama a atenção, mas é o silêncio dos filhos que dá alívio.

PODER SEM PUDOR

 (Foto: Enio)
(Foto: Enio)
Sexo de governador
Israel Pinheiro era governador de Minas Gerais e conversava com amigos no Hotel Nacional, em Brasília, quando precisou ir ao banheiro. Ele ia entrando no toalete feminino e foi barrado por uma funcionária:
“Dr. Israel, este banheiro é feminino...” Ele retrucou, mineiramente: “Minha filha, e governador tem sexo?”.

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