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Euforia e depressão
Gilmar Ferreira
Gilmar Ferreira

Gilmar Ferreira


Euforia e depressão

Alinhar a eficiência do time com a paciência da torcida talvez seja o maior dos desafios que as diretorias de Botafogo e Vasco terão pela frente até o final deste segundo ano pandêmico. Porque a falta de recursos para investimentos limita o poder de sonhar e diminui a tolerância dos torcedores. A pequena margem para erros aumenta a reponsabilidade dos executivos do futebol e os resultados iniciais mostram que o sentimento deste povo, ao longo do ano, oscilará entre a euforia e a depressão.

O novo Botafogo venceu três e perdeu um dos nove jogos que fez sob o comando de Marcelo Chamusca – retrospecto aceitável para um trabalho que envolve remontagem de elenco e criação de um sistema de jogo compatível à realidade do clube.

Mas a vitória única nos últimos seis jogos combinada à demissão de Jair Ventura do Sport/PE, oficializada ontem, despertou o fantasma que o atormentará até que o treinador da ótima campanha do Brasileiro de 2016 se empregue novamente.

Na próxima semana, o time estará em campo, medindo forças com o ABC de Natal, em jogo válido pela segunda fase da Copa do Brasil. E Marcelo Chamusca já estará com a faca no pescoço.

O Botafogo terá de vencer (nem que seja nas cobranças de pênaltis) para seguir na competição e essa necessidade de ter de mostrar bons resultados numa competição paralela interfere nas tomadas de decisão.

Um drama que exigirá de Eduardo Freeland, o gestor da pasta, comunicação estratégica com os torcedores.

Algo muito parecido com o que o Vasco hoje se depara. A partida contra o Tombense, em Minas Gerais, segue a mesma regra, e os efeitos provocados pelo resultado do confronto dimensionarão a confiança dos torcedores.

Alexandre Pássaro, o executivo, e Marcelo Cabo, o treinador, estão ainda na fase de montagem do elenco, mas a depressão que poderá advir no caso da eliminação prematura provoca arrepios.

Porque os vascaínos sabem que a caminhada está só começando, mas não toleram novos tropeços.

Maturação

Vinicius Júnior amadurece a cada jogo. Tem 20 anos, está em sua terceira temporada pelo Real Madrid e já superou da desconfiança dos torcedores aos questionamentos de Zidane, passando, é claro, pelas críticas de parte da crônica esportiva espanhola.

Os dois gols na vitória de 3 a 1 sobre o Liverpool, ontem, pelas quartas da Liga dos Campeões, mostram que a pouca badalação ajudará o garoto a superar as expectativas.

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