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“Estava na hora de trocar o líder”
Plenário
Fabiana Tostes

Fabiana Tostes


“Estava na hora de trocar o líder”

O governo vai esperar mais alguns dias – leia-se, até a poeira baixar – para enviar o projeto de transição das regras previdenciárias para a Assembleia.

O projeto, que seguiria ontem para o Legislativo e receberia requerimento de urgência para ser votado até amanhã, deve seguir nos próximos dias, segundo informou à coluna o governador Renato Casagrande.

Ele foi questionado ao chegar à cerimônia de posse do novo comando do Tribunal de Contas, na tarde de ontem. “Nos próximos dias eu mando. Estamos terminando ainda de fazer”, disse o governador, que também falou sobre a mudança que fez, no último sábado, na liderança do governo na Ales. Saiu o deputado Enivaldo dos Anjos e entrou Eustáquio de Freitas.

Perguntado sobre o motivo, respondeu: “Liderança é uma escolha pessoal do governador, agradeço muito ao Enivaldo pela contribuição que deu, mas estava na hora de trocar”. A mudança veio após a eleição da Mesa Diretora da Ales. Enivaldo não teria atendido a um pedido do governo de barrar a eleição.

Café da aproximação?
Na manhã de ontem, o chefe da Casa Civil, Davi Diniz, tomou café da manhã com o presidente da Ales, Erick Musso. Além de um sondar o terreno do outro, ali teria sido combinado de não votar nenhum projeto do governo ontem. Na sessão, o presidente da Comissão da Justiça, Fabrício Gandini, trancou a pauta de votação ao pedir prazo para apreciar um veto.

Oposição não é boba
O deputado Vandinho Leite (PSDB), que de bobo não tem nada, defendeu o deputado Enivaldo dos Anjos, ontem, e disse que ficou “pasmo” com a atitude de parlamentares da base do governo. “Até semana passada Enivaldo era elogiado, respeitado aqui. Agora estão atacando o deputado, onde vamos parar? Nunca vi um erro político tão grande!”.

Enivaldo a caráter!
O deputado Enivaldo dos Anjos chegou à sessão, ontem, com chapéu de palha, óculos escuros, de camisa e gravata vermelhas. Sentou na Mesa, armou um miniautorama e começou a brincar de carrinho durante a sessão. “O médico disse que eu não posso me estressar”, dizia ele quando questionado.

Os três eixos
O novo presidente do Tribunal de Contas, Rodrigo Chamoun, que tomou posse ontem numa cerimônia concorrida, disse que vai focar em três eixos estratégicos: garantir que as contas públicas sejam equilibradas; promover avaliação da efetividade de políticas em educação e saúde e garantir a eficiência das aquisições governamentais. Disse também concordar com a extinção de municípios pequenos, no molde do que é discutido em âmbito nacional.

Ales, TC-ES e a política da boa vizinhança

Todos os conselheiros do Tribunal de Contas fizeram uma visita ontem à Assembleia, antes da sessão. Foram apresentar o projeto de lei complementar que reestrutura funções gratificadas e cargos comissionados na Corte. O presidente do TC-ES, Rodrigo Chamoun, disse que, com o projeto, a Corte ficará sem fazer concurso por 3 anos e que o impacto financeiro da matéria é de R$ 80 mil/ano. Questionado sobre o que achava da eleição antecipada do presidente da Assembleia, desconversou: “Não devo entrar em debate político”.

Galeria

Outros reajustes
O deputado Lorenzo Pazolini pediu urgência ao projeto do Tribunal de Contas que reajusta o salário dos servidores ativos e inativos da Corte, seguindo o aumento dado aos servidores do Executivo. O projeto foi lido ontem assim como um outro que concede o mesmo reajuste no MP.

Tem mágoa no bule
O deputado Enivaldo dos Anjos fez ontem um discurso-desabafo, chamou deputados para briga, criticou secretários do governo, mas no final disse se sentir injustiçado e elogiou o governador, dando a entender que pelo menos, por ora, não vai para oposição.

Quem canta o mal espanta
Na cerimônia de posse do novo comando do Tribunal de Contas, o coral da Corte apresentou três canções: Let It Be, Aleluia e Happy Day.

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