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Estado vai manter ensino a distância após volta às aulas

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Educação

Estado vai manter ensino a distância após volta às aulas


Maria Eduarda, de 11 anos, com os pais Joana Angélica e Ilson: ela diz que sente falta dos colegas e professores (Foto: Beto Morais/ AT)
Maria Eduarda, de 11 anos, com os pais Joana Angélica e Ilson: ela diz que sente falta dos colegas e professores (Foto: Beto Morais/ AT)

As atividades pedagógicas não presenciais que estão sendo oferecidas pelo governo do Estado serão mantidas mesmo após o retorno dos alunos à escola. Isso porque a reabertura deverá ser de forma gradativa para evitar a propagação do Covid-19.

Segundo a subsecretária de Planejamento e Avaliação da Secretaria de Estado da Educação (Sedu), Isaura Nobre, a expectativa é retornar em regime de revezamento semanal ou quinzenal.

Ou seja, uma parte dos estudantes vai ao colégio enquanto outra permanece em casa. Depois inverte. O objetivo é reduzir o número de pessoas circulando no local.

“O nosso programa EscoLAR vai continuar para atender os alunos enquanto não estiverem frequentando a escola. A vantagem é que haverá uma interlocução maior com o professor do que está tendo agora”, esclarece a subsecretária.

Com a prorrogação da suspensão das atividades presenciais até o dia 30 deste mês, a Sedu planeja o calendário acadêmico com retomada a partir de julho, seguindo até o final de janeiro. Entretanto, há possibilidade de nova postergação dependendo da orientação das equipes de saúde.

Enquanto isso, a recomendação é para que os alunos mantenham o ensino através dos exercícios propostos pelo programa, como as aulas na televisão, conteúdos no aplicativo, na plataforma Google Sala de Aula e dos materiais impressos.

“As atividades não presenciais são importantes mesmo que não contem como dia letivo, pois todo o esforço será considerado”, reitera Isaura. “No retorno haverá uma avaliação diagnóstica sem caráter de nota para identificar as aprendizagens nesse período em casa.”

O retorno ao presencial é aguardado pelas famílias, embora ainda haja receio com a segurança, especialmente das crianças menores.

A professora Angélica Ramos Assis, de 48 anos, e o autônomo Ilson Machado Carreiro, 63, têm acompanhado os estudos da filha Maria Eduarda, 10, que tem saudade da dinâmica escolar.

“Ela gosta de estar com as colegas na escola e sente falta dos professores”, diz a mãe. “Estamos ansiosos para o retorno, mas temos receio de como será. Se vão todos correr para se abraçarem, e não sabemos se já poderá ter esse contato”.

Saiba mais

Suspensão das aulas

  • Por conta da pandemia do novo coronavírus, as aulas da rede estadual foram suspensas no dia 17 de março, enquanto que as atividades na rede privada foram paralisadas no dia 23 do mesmo mês.
  • Inicialmente, o decreto estadual proibia a abertura das instituições de ensino por 15 dias, mas de lá para cá, esse prazo foi prorrogado.

Novo decreto

  • No último sábado, foi publicado no Diário Oficial do Estado decreto mantendo a suspensão até o dia 30 deste mês.
  • A previsão é que as aulas retornem em julho ou agosto, mas isso é avaliado com equipes da saúde, com base no comportamento do vírus no Estado.

Ensino a distância

  • O programa EscoLar continua depois do retorno das aulas, que é o programa de atividades não presenciais, com aulas na televisão, conteúdos no aplicativo e na plataforma Google Sala de Aula e os materiais impressos.
  • A perspectiva é que haja um retorno em revezamento semanal ou quinzenal. Ou seja, uma parte dos estudantes vai ao colégio enquanto outra permanece em casa. Depois inverte. O objetivo é reduzir o número de pessoas circulando no local.
  • A retomada também deve ser escalonada, com grupos retornando antes de outros.
  • Quando o aluno não estiver no período presencial, vai estar fazer aulas do Programa EscoLar.
  • A ideia é que o aluno passe a ter uma interlocução maior com professor em relação ao que será estudado em casa.

Horas letivas

  • Para cumprir as 800 horas de aulas, em 200 dias letivos, o Estado está trabalhando a possibilidade de retornar em julho indo até o final de janeiro, com perspectiva de aulas aos sábados.
  • alunos da rede estadual terão aulas não presenciais aos sábados. Na rede privada, essa possibilidade não é descartada, inclusive nos feriados.
  • fevereiro seria de férias, para não empurrar o início do novo ano letivo.

Recesso em outubro

  • O governo planeja um recesso em outubro, na semana dos dias 12 e 15, que são feriados de Nossa Senhora Aparecida (dia 12) e Dia dos Professores (dia 15) .
  • O objetivo é planejar um descanso para alunos e professores, já que esse período em casa não está sendo para repouso.
  • A secretaria estuda ainda recesso para Natal e Ano Novo, já que o previsto é as aulas irem até janeiro.

Fonte: Secretaria de Estado da Educação.


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