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Estado tem queda no número de casos, mas taxa de mortes ainda é alta

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Coronavírus

Estado tem queda no número de casos, mas taxa de mortes ainda é alta


O período da quarentena especial já começa a trazer efeitos nos números da pandemia no Espírito Santo. Pouco mais de um mês após o início do período de 18 dias onde grande parte das atividades não essenciais foram suspensas e todas as cidades classificadas como "risco extremo", o Estado registra queda no número de casos confirmados de covid-19. O número de mortes, por entanto, continua alto.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (19) durante coletiva de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde. 

De acordo com o secretário Nésio Fernandes, o Estado apresenta uma queda sustentada no número de casos confirmados desde o início de abril, índice que está sendo refletido nos dias atuais (a doença age no organismo por cerca de 14 dias). 

Segundo o secretário, entre 22 de abril de 24 de março, o Estado enfrentou uma curva ascendente de casos, culminando no "platô" (pico no gráfico de casos) na semana entre 25 de março e 1º de abril. A partir dali, o número de casos confirmados começou a reduzir.

"Este foi o período em que o Estado sofreu uma pressão na rede assistencial muito grande, principalmente na ocupação de leitos e enfermarias", analisou Nésio.

Um exemplo deste caso é a fila de espera para internação em leitos de UTI, na rede pré-hospitalar. Desde a última sexta-feira (16), o Estado não tem pacientes esperando - há mais de 24 horas - por leito de UTI. A expectativa é que, até o final de abril, o Estado volte a ter taxa de ocupação de leitos de UTi entre 80 e 90%.

O número de óbitos, no entanto, só deve sofrer redução nas próximas semanas. Nésio Fernandes afirmou que o padrão de óbitos está em um patamar elevado, superior a 400 mortes por semana. "Isso vai nos levar a fechar abril como um mês ainda não vivido em qualquer outro momento da pandemia", disse.

O secretário destacou ainda que esta queda no número de casos precisa continuar acontecendo de forma gradual. mas, caso não haja um comportamento adequado e o Estado não alcance a chamada "imunização de rebanho" (pelo menos 80% de vacinados) é possível que o Espírito Santo viva uma quarta onda da doença até o final de agosto.

"Não iremos alcançar, antes do final de maio, os mesmos níveis de ocupação hospitalar quando enfrentamos na segunda onda. Reconhecemos que este é o comportamento do primeiro sinal da fase de recuperação da curva do Estado, que leva em consideração três indicadores: queda no número de casos observados, internações e óbitos", afirmou.

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