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Esportes

Jogador que agrediu juiz tem histórico de violência em campo

05/10/2021 13:57:39 min. de leitura

Na partida entre São Paulo-RS e Guarani, pela segunda divisão gaúcha, o meia William Ribeiro não se conformou com uma falta apontada pelo árbitro Rodrigo Crivellaro e, quando foi advertido, agrediu o juiz com um soco e empurrões. Já caído no chão, Crivellaro ainda levou um chute na nuca e ficou desacordado. Ele foi imediatamente conduzido para o hospital, onde recebeu alta na manhã desta terça-feira.

A atitude do atleta rendeu uma prisão em flagrante e a possibilidade de condenação por homicídio qualificado, quando se tem a intenção de matar. Nascido em Pelotas, no Rio Grande do Sul, William atuou por diversos clubes do Estado e chegou a fazer parte das categorias de base do Internacional. O início no profissional foi realizado no Brasil de Pelotas. Em 2018, o jogador foi contratado pelo Noroeste para a disputa da Série A3 do Campeonato Paulista.

Imagem ilustrativa da imagem Jogador que agrediu juiz tem histórico de violência em campo
O atleta agrediu o juiz com um soco, empurrões e chute na nuca Foto: @willian_fotografo/ EC Guarani

Aos 30 anos, William estava em sua terceira passagem pelo São Paulo-RS, mas o clube da cidade de Rio Grande rescindiu o contrato do jogador e condenou a agressão nas redes sociais.

O histórico do atleta em relação a casos de violência vem de longa data. Há sete anos, quando ainda integrava o elenco do Guarani de Venâncio Aires, William deu um soco em um atleta do Pelotas e foi expulso. Em 2021, o meia, que também atua como atacante, agrediu um torcedor na partida contra a Lajeadense. Curiosamente, o jogador sequer havia sido relacionado para o confronto.

Após a agressão, a partida foi suspensa, sem previsão de retorno O atleta foi detido pela Polícia Militar e prestou depoimento na Delegacia de Pronto Atendimento (DPPA), onde também passou por exames de corpo de delito. Na sequência, William foi transferido para a Penitenciária Estadual de Venâncio Aires, onde ficará até a Justiça definir se libera ou não o jogador.