Tite evita polêmica em chegada ao Cruzeiro e abre as portas para Gabigol
Em apresentação, treinador cita respeito a Gabigol, emprestado ao Santos, e garante concentração total no projeto cruzeirense
Apresentado ontem pelo Cruzeiro, Tite não se alongou sobre a saída de Gabigol. O comandante desejou sorte ao atacante, que foi emprestado ao Santos até o fim deste ano.
“A gente olha para frente. Agora eu quero pensar nas possibilidades de utilização do Néiser, do Chico da Costa. Desejo sucesso para ele [Gabigol], que ele possa retornar e dar ao Cruzeiro, no momento que for conveniente, a melhor situação possível. Eu quero focar no meu trabalho e naquilo que eu possa desenvolver na melhor condição. Que ele [Gabigol] seja feliz e que eu tenha felicidade aqui no Cruzeiro”, disse.
Tite assinou com o Cruzeiro até o fim de 2026, mesmo período do empréstimo do Gabigol ao Santos. O atacante tem contrato com o time mineiro até o final de 2028.
O treinador e o centroavante são conhecidos desafetos, e tema virou brincadeira na apresentação do jogador pelo Cruzeiro.
Na ocasião, o presidente Pedro Lourenço afirmou que “Ele [Gabigol] fez uma ressalva para nós: se fosse para vir um técnico aí, ele não viria não”. O centroavante respondeu: “Eu não falei, mas vou falar agora: é verdade! Agora vocês sabem”.
Antes de trocar o Cruzeiro pelo Santos, porém, Gabigol disse não ter nada contra o treinador:
“Eu não tenho nada contra ele (Tite). Eu dei minha opinião, como ele deve ter a dele. Ele sabe porque a gente viveu isso no Flamengo, não tivemos problema no Flamengo, não tivemos discussão. Respeito ele como respeito a todos os meus treinadores”, disse ao Podpah, em dezembro no ano passado.
O jogador também deixou as portas abertas por um eventual retorno: “Eu voltaria em algum momento da minha vida. [Cruzeiro] É uma equipe com estrutura maravilhosa, com um projeto maravilhoso, sou amigo do Pedrinho. Foi uma decisão de momento, que não me arrependo”, afirmou em sua apresentação ao Santos.
Gerson
As reuniões entre Cruzeiro e estafe de Gerson foram consideradas extremamente positivas, de modo que as partes já celebram um acordo verbal nos bastidores. O problema segue sendo o Zenit, mas o cenário é de otimismo.
Antes irredutível e pedindo R$ 250 milhões, o Zenit está mais flexível nas negociações. A reportagem confirmou que, agora, a pedida é um pouco mais baixa. O Cruzeiro está disposto a pagar os valores.
No momento, o clube russo é o único empecilho na negociação.
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