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Espírito olímpico em paz

Esportes

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Espírito olímpico em paz


A chama olímpica chegou a Tóquio na última sexta-feira, carregada pelos ex-atletas olímpicos japoneses Tadahiro Nomura e Saori Yoshida (Foto: Tokyo2020/Erika Shimamoto - 20/03/2020)
A chama olímpica chegou a Tóquio na última sexta-feira, carregada pelos ex-atletas olímpicos japoneses Tadahiro Nomura e Saori Yoshida (Foto: Tokyo2020/Erika Shimamoto - 20/03/2020)

O Comitê Olímpico Internacional (COI) oficializou ontem o adiamento da Olimpíada de Tóquio para 2021. A mudança atendeu a um pedido do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, e contou com a aprovação do presidente do COI, Thomas Bach.

A competição teria sua abertura no dia 24 de julho, mas a pandemia do coronavírus, que já havia cancelado ou adiado diversas competições que serviriam de seletivas, forçou o adiamento inédito da competição, mesmo com a chama olímpica já em solo japonês — chegou lá na última sexta-feira.

“Nas atuais circunstâncias, e com base nas informações da Organização Mundial da Saúde, o presidente do COI e o primeiro-ministro do Japão concluíram que os Jogos devem ser remarcados para data posterior a 2020, mas o mais tardar no verão de 2021, para proteger a saúde de atletas, todos os envolvidos nas Olimpíadas e na comunidade internacional”, diz o comunicado do COI.

A decisão foi comemorada pelos principais personagens dos Jogos, os atletas. Por todo o mundo, houve manifestações de apoio ao adiamento. No Espírito Santo não foi diferente.

Atual campeão olímpico de vôlei de praia e já classificado para Tóquio ao lado de Álvaro Filho — assim como a dupla Bruno Schmidt/Evandro —, Alison Cerutti, 34 anos, aprovou o adiamento.

“A quatro meses da Olimpíada, um atleta de alto rendimento deveria estar no auge da sua preparação, mas não estávamos conseguindo treinar”, avalia o capixaba.

O Mamute explica que a preparação será toda refeita: “Muda bastante coisa. Talvez nem valha a pena disputar torneio internacionais nessa temporada. Temos que avaliar”, pondera.

De um veterano para um novato, o velocista Paulo André Camilo, homem mais rápido do Brasil, também aprovou o adiamento.

“Fico triste porque a gente se prepara dentro do ciclo olímpico de quatro anos, mas o motivo do adiamento é grave. Sou novo e meu corpo está em processo de evolução. Um ano a mais para treinar será bem-vindo”, garante o velocista de 20 anos, já classificado no revezamento 4x100m rasos.

Entenda

Adiamento forçado
Desde o surgimento da pandemia do novo coronavírus, várias competições que serviriam de seletivas para os Jogos Olímpicos de Tóquio foram canceladas. Com isso, quase meta das vagas no megaevento ainda estão indefinidas.

Atletas e comitês Olímpicos de vários países se posicionaram contra a realização dos Jogos no atual cenário. Antes do anúncio oficial do cancelamento, o Canadá divulgou que iria boicotar os Jogos. Noruega, Polônia e Austrália seguiram na mesma direção.

Já países como Brasil e Estados Unidos se manifestaram oficialmente pedindo o adiamento.

O Comitê olímpico Internacional (COI), ontem de manhã, decidiu pelo adiamento da competição para 2021. Assim, pela primeira vez na era moderna (a partir de 1896), uma edição das Olimpíadas foi adiada
Nem nos Jogos de Munique/1972, quando um atentado terrorista na vila olímpica matou 11 atletas israelenses, a competição foi adiada.

Já os Jogos de 1916, 1940 e 1944 foram cancelados por causa da Primeira e Segunda Guerras Mundiais.


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