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Especialistas recomendam auxílio emergencial até o fim do ano

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Economia

Especialistas recomendam auxílio emergencial até o fim do ano


Diante do avanço da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus em todo o País, o auxílio emergencial do governo federal pode ser estendido para além dos quatro meses previstos inicialmente.

É o que diz um levantamento feito pelo portal InfoMoney com especialistas da área econômica e política. Segundo o portal, 77% dos analistas consultados avaliam que há chances elevadas de o auxílio ser prorrogado após julho.

As estimativas de prorrogação variam entre setembro, com mais duas parcelas, até dezembro, caso em que seriam pagas até seis parcelas adicionais.

Entretanto, para isso, o governo federal teria que encontrar soluções para o Orçamento da União, que ainda não foi sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro por impasses relativos a vária despesas.

As soluções para viabilizar a prorrogação do novo auxílio, que custará inicialmente R$ 43 bilhões para quatro parcelas entre R$ 150 e R$ 375, passam por medidas como um novo estado de calamidade pública, para suspender limitações do teto de gastos.

Para o economista Eduardo Araújo, há possibilidade de prorrogação do benefício neste ano, desde que o governo encontre despesas a serem cortadas no funcionalismo público e outras áreas.

“No ano passado, tivemos uma redução na quantidade de pessoas em situação de pobreza extrema com o pagamento do auxílio, e depois todo esse contingente voltou a essa situação, e com um desemprego maior”, disse.

Segundo Araújo, o ideal seria o implante de um programa mais robusto e que fosse permanente, já que a crise gerada pela pandemia pode permanecer por um longo período.

O economista Mario Vasconcelos (Foto: Divulgação)O economista Mario Vasconcelos (Foto: Divulgação)

O economista Mario Vasconcellos também vê como possível a prorrogação das parcelas do benefício para além de julho.

“É até justo, já que a economia não vai se recuperar tão cedo. Mas entre as providências necessárias está a reforma administrativa. A alternativa é aumentando a dívida pública, mas isso aumenta juros e diminui investimentos”.


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