Relevium transforma o tratamento da dor crônica no ES
Centro em Vitória une tecnologia, equipe interdisciplinar e planos individualizados para tratar a causa da dor, não apenas os sintomas
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A Relevium – Centro de Controle da Dor propõe um novo modelo de cuidado para pacientes com dor crônica, combinando tecnologia de ponta, análise individual profunda e acompanhamento contínuo. Dados da OMS indicam que cerca de 30% da população mundial convive com dor crônica, uma das principais causas de incapacidade. Na Relevium, cada caso é avaliado por equipe interdisciplinar que constrói um plano terapêutico único, considerando não apenas a dor, mas seu impacto funcional, emocional e comportamental.
Tecnologia a serviço da estratégia clínica
Para o médico André Félix, especialista e referência em dor crônica no Espírito Santo e diretor técnico da Relevium, recursos como neuromodulação, laser de alta intensidade, terapias por ondas de choque, infiltrações guiadas por imagem e técnicas de medicina regenerativa ampliam a precisão e a efetividade das intervenções.
"A tecnologia permite atuar diretamente nos mecanismos da dor, mas o resultado não está no equipamento, está na estratégia clínica por trás dele", explica o especialista.
Cada paciente exige uma estratégia própria
Na Relevium, a condução dos tratamentos parte de um princípio central: cada paciente exige uma estratégia própria. A dor não é definida apenas pelo diagnóstico — é resultado da interação entre sistema nervoso, metabolismo, emoções e contexto de vida.
"A dor não pode ser tratada de forma genérica. É essencial considerar o contexto clínico, a rotina e até os aspectos emocionais de cada paciente para definir a melhor estratégia", afirma André Félix.
"O sucesso do tratamento está na combinação entre conhecimento técnico, uso adequado da tecnologia e personalização da conduta. Mais do que reduzir a dor, o objetivo é devolver ao paciente a capacidade de viver, produzir e retomar sua autonomia", destaca.
Equipe interdisciplinar amplia resultados
A equipe reúne especialistas em dor, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas e outros profissionais que atuam de forma coordenada, considerando não apenas os sintomas, mas também as causas e os impactos funcionais da condição.
"Tratar a dor de forma isolada é tratar apenas uma parte do problema. A dor crônica exige uma leitura completa do paciente. Quando há integração entre os profissionais, os resultados tendem a ser mais consistentes e duradouros", afirma Félix.
"Tecnologia sem estratégia é apenas equipamento. O diferencial está em como o tratamento é conduzido e ajustado ao longo da evolução do paciente", ressalta o médico.
"A vida voltou a fluir"
Sara Tackla, 64 anos, conviveu durante 25 anos com fibromialgia, passando por todo tipo de tratamento sem resposta real. "Cheguei a um ponto em que só recorria ao pronto-socorro nas crises mais intensas. Foi quando me indicaram a Relevium. Na clínica, pela primeira vez, não recebi apenas uma receita, mas um plano terapêutico completo, pensado para mim", relata.
"Hoje, dois anos depois, posso dizer que minha vida é outra. Voltei a estudar, faço pós-graduação, trabalho com consultorias, pratico pilates e retomei minha rotina, respeitando meus limites. A dor não define mais os meus dias. A vida voltou a fluir", conta Sara.
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