Minilift com fios de PDO combate flacidez sem cirurgia
Dentista Mariana Laranja une bioestimuladores de colágeno, preenchimento labial e técnicas de lifting para resultados naturais e progressivos
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A busca por tratamentos que unam resultado natural e recuperação rápida é constante na harmonização facial. A associação do minilift com fios de PDO (polidioxanona) se consolida como alternativa eficaz para tratar a flacidez com menos agressividade e efeito progressivo. A dentista Mariana Laranja, precursora da técnica no Espírito Santo, também destaca os bioestimuladores de colágeno como 'poupança' para a pele e o preenchimento labial com foco na naturalidade.
Minilift com fios de PDO: duas frentes em um procedimento
O minilift é um procedimento que remove pequenas quantidades de pele da face e, em alguns casos, do pescoço, promovendo efeito imediato de reposicionamento. Na sequência, são inseridos fios de PDO com garras, que ajudam a tracionar os tecidos e manter a sustentação.
"A combinação permite atuar em duas frentes: retiramos o excesso de pele e, ao mesmo tempo, com os fios, reposicionamos os tecidos", conta Mariana Laranja, precursora da técnica no Espírito Santo.
Além do efeito mecânico, os fios têm ação bioestimuladora. "O PDO estimula a produção de colágeno, o que melhora a firmeza e a qualidade da pele ao longo dos meses. O resultado tende a evoluir entre três e seis meses após o procedimento", afirma.
Realizado com anestesia local, o procedimento dura cerca de uma hora e meia, com baixo índice de inchaço e hematomas. O retorno às atividades costuma ser rápido. Em comparação ao lifting facial tradicional, a técnica combinada é menos invasiva e indicada principalmente para casos moderados.
Bioestimuladores criam 'poupança de colágeno'
Os bioestimuladores de colágeno atuam de maneira progressiva, estimulando o próprio organismo a recuperar a qualidade da pele ao longo do tempo. "O resultado não é percebido na hora, mas vai sendo formado aos poucos, com melhora da firmeza e da textura da pele", afirma Mariana.
Substâncias como a hidroxiapatita de cálcio e o ácido poli-L-lático, presentes em produtos como Radiesse e Sculptra, têm eficácia comprovada e promovem aumento da densidade e da elasticidade cutânea. O tratamento é realizado com anestesia local, geralmente em três aplicações com intervalo de um mês entre cada uma.
"Eles não promovem tração, mas melhoram a estrutura da pele. É um processo de dentro para fora", destaca Mariana.
Preenchimento labial bom é o que não se percebe
"Preenchimento labial bom é aquele que não dá para perceber que foi feito", resume Mariana. Mais do que volume, o foco está na proporção, simetria e integração dos lábios com o restante do rosto.
O preenchimento é realizado com ácido hialurônico, substância biocompatível e reabsorvível. "Não se trata de aumentar indiscriminadamente, mas de realçar características que a paciente já tem, respeitando a anatomia e a identidade de cada uma", explica.
Com o envelhecimento, é comum a perda de volume, definição e elasticidade dos lábios. O preenchimento pode devolver o desenho do arco do cupido, redefinir o contorno labial e suavizar marcas ao redor da boca. "O melhor resultado é aquele que passa despercebido. As pessoas não identificam o procedimento, mas percebem um rosto mais harmônico", comenta Mariana.
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