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Escola particular de Vitória é vendida para grupo empresarial

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Economia

Escola particular de Vitória é vendida para grupo empresarial


O Centro Educacional Leonardo da Vinci, que fica em Santa Lúcia, Vitória, foi vendido para um dos maiores grupos empresariais do Brasil: a Eleva Educação. A transação milionária envolve também a Cogna e foi anunciada na segunda-feira (22).

De acordo com O Globo, a Eleva vai pagar R$ 964 milhões para ficar com 51 escolas do Grupo Cogna. Já a Cogna vai comprar por R$ 580 milhões o sistema de ensino da Eleva.

Centro Educacional Leonardo da Vinci, localizado em Vitória (Foto: Arquivo AT)
Centro Educacional Leonardo da Vinci, localizado em Vitória (Foto: Arquivo AT)

A transação ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Ainda segundo O Globo, além do Leonardo da Vinci, a Eleva vai ficar com as seguintes instituições de ensino: Colégio pH, Centro Educacional Leonardo da Vinci, Colégio Lato Sensu, Sigma, Anglo 21, Anglo Alphaville, CEI (Natal), Colégio Integrado, Escola Santi, Colégio Visão, Colégios Embraer, Colégio Pitágoras, Centro Integrado de Ensino (CIE), Colégio Maxi, NeoDNA, Escola Chave do Saber, Motivo, Colégio do Salvador.

O acordo prevê que o sistema de ensino da Eleva seja licenciado para a Cogna até 2023. Já as escolas da Eleva vão adotar o sistema da Vasta por 10 anos, com exceção das instituições Escola Eleva, Os Batutinhas e Gurilândia.

O presidente-executivo da Vasta, Mário Ghio, disse em nota que a negociação é um movimento fundamental por "estabelecer uma parceria de longo prazo com a maior rede de escolas privadas do país e crescer organicamente com o Eleva Educação".

O presidente-executivo da Cogna afirmou em nota que a transação é um passo importante na transformação digital da empresa. "Fortaleceremos ainda mais nosso ecossistema de plataformas".

Para Bruno Elias, presidente-executivo do Eleva Educação, a aquisição é uma forma de investimento na atividade principal do grupo. "O Eleva Educação nasceu com escolas", afirma. "O mercado é enorme e ainda muito fragmentado. Ainda temos muito espaço para conquistar no Brasil", disse em nota.

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