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Escadaria sem corrimão
Qual a Bronca?

Escadaria sem corrimão

Escadaria liga os bairros São Torquato e Cobi de Cima, em Vila Velha (Foto: Divulgação/Balddoino Ohnesorge)
Escadaria liga os bairros São Torquato e Cobi de Cima, em Vila Velha (Foto: Divulgação/Balddoino Ohnesorge)
“A escadaria que liga os bairros São Torquato e Cobi de Cima, onde moro, precisa de reforma com urgência. A situação é crítica há muito tempo e, a meu ver, o descaso da administração para com os moradores e idosos da rua da Regeneração, ultrapassa todos os limites”, afirma o aposentado Balddoino Ohnesorge, morador de Vila Velha.

De acordo com Balddoino, o sobe e desce na escadaria é constante, uma vez que o acesso facilita o deslocamento dos moradores dos dois bairros.

“Um dos dias mais movimentados é a quarta-feira, quando acontece a feira livre no bairro de São Torquato. Os moradores de Cobi de Cima frequentam essa feira todas as semanas”. Balddoino afirma que escadaria não é sinalizada e não oferece segurança alguma para as pessoas.

“Precisamos com urgência de corrimãos nas paredes para que os idosos e deficientes possam passar com segurança”. A Secretaria de Obras de Vila Velha esclarece que o corrimão citado já foi liberado, na escadaria Orlando Pereira.

Também está em fase de conclusão o corrimão na rua Resplendor, em Cobi de Cima, que é paralela à rua Regeneração, onde passará por reformas. Serão reconstruídos alguns degraus nas escadarias, após ser verificada a necessidade de melhorias no local citado pelo morador.

O que diz o Leitor

Balddoino disse que espera que o corrimão e as melhorias anunciadas pela prefeitura sejam feitas com urgência.

Jockey de Itaparica 

"A ponte que liga o bairro a Araçás tem tábuas soltas e oferece risco a quem passa", disse Hércules Pimentel (Foto: Fábio Nunes/AT)
"A ponte que liga o bairro a Araçás tem tábuas soltas e oferece risco a quem passa", disse Hércules Pimentel (Foto: Fábio Nunes/AT)

Ponte quebrada
Hércules Pimentel, autônomo

“A ponte que liga o bairro a Araçás tem tábuas soltas e oferece risco a quem passa. Há risco de queda a qualquer momento. Peço seu reparo”. A Secretaria de Obras de Vila Velha explica que uma equipe será enviada ao local para averiguar as condições da ponte citada pelo morador.

Vista da Serra II

Mau atendimento
Emanuel Almeida Santos, oficial de manutenção predial

“Minha esposa, grávida de três meses, passou mal e a levei à Maternidade de Carapina. Por ter tido um aborto espontâneo, precisava de uma curetagem. Foi colocada numa cama, sem grade, enquanto esperava o médico, caiu, teve um AVC e ficou horas esperando ajuda e só está viva por ter sido transferida para o Hospital Jayme”.

A Prefeitura da Serra destaca que o atendimento e a internação ocorreram de forma adequada. As camas com grades são ofertadas a determinados pacientes. No dia 7, a paciente teve um mal súbito, foi atendida e transferida para o hospital.

Praia Grande

Acúmulo de água
Paulo Sergio Baldan, represente comercial

“A prefeitura passou um trator na rua Afonso Rodrigues Fer em meados de dezembro do ano passado, abaixando muito o nível da via. Assim, quando chove, mesmo com pequena proporção, a rua fica alagada e convivemos com muita água e lama dificultando a entrada para a garagem”.

A Secretaria de Obras e Desenvolvimento Sustentável de Fundão alega que uma equipe irá ao local para identificar os problemas relatados. Esclarece que os equipamentos necessários para execução do serviço encontram-se em manutenção e, tão logo volte a operar, o serviço será finalizado na rua.

Meaípe

Música alta
Jayme Pinheiro, empresário

“Vou passar o Carnaval em Meaípe, onde sempre passei nos últimos 39 anos. Mas estou amedrontado pelo extremo desconforto que passarei, juntamente com meus convidados devido ao som alto de uma boate no local”. A Prefeitura de Guarapari afirma que o empreendimento encontra-se regular perante o município e legislações vigentes.

Eldorado

Retorno na rede
Cleonice de Lourdes Marino, dona de casa

“A rede de esgoto retorna para dentro do banheiro de minha casa, na rua Rio Marinho. Uma válvula de retenção, foi colocada, mas não resolveu o problema. A Cesan informa que não encontrou nenhum problema na rede da cliente.

Centro de Vitória

Biópsia urgente
Mônica Aparecida Marques Birro, babá

“Meu cunhado foi atendido no PA da Glória e precisa fazer uma biópsia excisional, solicitada pelo médico. Foi pedida prioridade, mas não houve atendimento até a presente data”. A gerência de Regulação da Sesa justifica que a cirurgia plástica oncológica está autorizada para o próximo dia 03. A Prefeitura de Vila Velha informa que procedimento será no Hospital Evangélico.

Cartas

Bullying

O menino australiano Quaden Bayles, de apenas 9 anos, sofre bullying por ter nanismo e teve sua imagem divulgada, chorando e dizendo desejar morrer.

Ele recebeu e vai receber muita solidariedade, de várias partes do mundo, e incentivos para provar o seu devido valor. O covarde acossamento, conhecido pela palavra inglesa bullying, não é novo, é antigo. Sofri e sofro acossamento.

Hoje, por ser idoso, e conheço crianças e jovens que não são respeitados e também sofrem. Isso é intolerância, ou seja, ódio, seja à pessoa obesa, negra, pobre, com deficiência, etc.

Aldo José Barroca
Goiabeiras – Vitória

Idosos

Nós, aposentados, prestamos serviços nos mais diversos setores por anos a fio e sabemos que as leis da Carta Magna devem ser cumpridas à risca, sendo ela o ordem máxima da legislação nacional.

Entretanto, o que se vê, hoje, é o seguinte: com a idade avançada, sem ter o devido respeito e cuidado pela sociedade como um todo, nós idosos, enfrentamos problemas financeiros, emocionais e de todas as ordens, inerentes à terceira idade.

Ao invés de termos as coisas facilitadas, estão dificultando. Já não recebemos os pagamentos dos precatórios há anos e agora não temos sequer o direito de receber em casa o contracheque mensal.

Seria justo, para os que mais têm dificuldade de locomoção, ter a obrigação de ir ao banco para receber? Irreal.

Diva Dalva de Mattos Loureiro
Jardim Camburi – Vitória

Época boa

Que época boa quando existiam os IAPS, que eram IAPI, IAPC, IAPB, IAPETEC, IPASE e tantos outros. Diversas classes tinham suas assistências asseguradas, cada IAPS, tinha seu hospital próprio e seus associados não ficavam à míngua em infindáveis filas de espera.

Quanto à moradia popular, todo associado tinham sua casa própria, conhecidos conjuntos residenciais dos trabalhadores da indústria, do comércio, dos bancários, etc. Não havia o número de favelas existentes como hoje. Enfim, o número de favelas continuará a crescer, as filas nos hospitais continuarão infidáveis. Que tempo bom que não volta mais.

Sérgio Barreto
Colatina - ES


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