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Ricaça volta a passar perrengue

Em “Tô Ryca 2” as atrizes Samantha Schmütz e Evelyn Castro têm de provar quem é a verdadeira Selminha

Paula Dell'Isola, do AT2 | 03/02/2022 14:20 h

"Selminha representa o espírito da gente, do povo brasileiro. Somos um povo justo, amoroso e feliz", diz Samantha
"Selminha representa o espírito da gente, do povo brasileiro. Somos um povo justo, amoroso e feliz", diz Samantha |  Foto: Divulgação
 

De uma frentista sem grana a uma ricaça cheia de estilo. E, agora, de volta à pobreza. A vida não está fácil para Selminha (Samantha Schmütz) em “Tô Ryca 2”, que estreia nesta quinta-feira (3) nos cinemas.

Surgiu uma nova Selminha na história (Evelyn Castro) e ela garante que é a verdadeira herdeira da fortuna. O resultado? Tudo é bloqueado e Selminha vai ter que se virar com R$ 30 por dia. 

“A Selminha representa o espírito da gente, do povo brasileiro. A gente é guerreiro, luta e, quando consegue, quer dividir os ganhos com os nossos. Somos um povo justo, amoroso e feliz. Essa, sim, é a maioria do Brasil. O Brasil é feito de Selminhas!”, diz Samantha Schmütz.

Na trama, de volta à sua comunidade, Selminha pode descobrir que dinheiro não é tudo e que tem mais riquezas do que imaginava: amigos e romance. 

Reforço

Samantha Schmütz é a protagonista da história. Mas muito do sucesso da nova trama está nas coadjuvantes. Evelyn Castro está impagável como a mulher que tenta roubar a herança da ex-frentista.

Katiuscia Canoro, como Luane, braço direito de Selminha, também é uma força na comédia rasgada que rende boas risadas.


“Estamos necessitados de injeções de alegrias”


Qual foi a cena do filme que você mais gostou de gravar? E qual foi a mais difícil?

Samantha Schmütz - A cena que mais gostei de gravar, sem dúvida, foi a do casamento! Era quase uma celebração real, da vida, do filme, da diversidade... Estava o elenco inteiro, as meninas Maiara e Maraisa cantando, figurantes maravilhosos, uma festa. A cena mais difícil foi a que eu coloco fogo no cabelo da Evelyn. Por ser cena com efeitos especiais, usando um maçarico, eu tinha que colocar fogo na cabeça da dublê e fiquei com muito medo. (Risos)

Você usou algum pertence pessoal nas gravações?

Emprestei alguns sapatos à Selminha! Nós calçamos o mesmo número. (Risos)

O segundo filme apresenta com mais detalhes o lado generoso de Selminha. Por que é importante mostrar esse perfil conectado à sua comunidade?

A Selminha representa o espírito da gente, do povo brasileiro. A gente é guerreiro, luta e, quando consegue, quer dividir os ganhos com os nossos. Somos um povo justo, amoroso e feliz. Essa, sim, é a maioria do Brasil. O Brasil é feito de Selminhas!

Mesmo com essa faceta mais generosa, Selminha não deixa de ser muito engraçada. Como é encontrar a modulação do humor certo para que mesmo as frases mais duras da Selminha tenham esse tom que faz rir?

Acho que é uma linha tênue. Eu realmente procuro um jeito de não debochar da realidade e procuro falar todas essas verdades absurdas de uma maneira que acaba ficando engraçado. É o que se costuma chamar tragicômico. 

Quais suas cenas favoritas? 

Amo a cena da padaria, onde ela pede um emprego, e também gosto das tentativas dela de trabalhar nas casas de família. Gosto muito das críticas que existem nas falas dessas cenas! Todo o texto tem uma crítica social.

Selminha realiza o sonho de milhões de brasileiros que jogam na Mega Sena: ficar milionária. Se  ficasse tão rica assim, o que faria com tanto dinheiro?

Aplicaria, investiria, ajudaria pessoas próximas e instituições em que acredito, viajaria, investiria nos meus projetos, nas minhas músicas, nos meus clipes… Ia fazer de tudo um pouco!

O filme tem um papel neste momento de retomada? 

Sim. Estamos muito necessitados de momentos alegres, injeções de alegria e doses de endorfina, e isso a comédia produz! Essa personagem vive uma vida muito próxima da realidade do trabalhador brasileiro. Então, ela acaba fazendo a gente rir da nossa própria desgraça, o que, de certa forma, é xamânico e cura.

“Tô Ryca 2” traz uma série de críticas sociais sobre a realidade do trabalhador e das condições de vida dos mais pobres no Brasil. O que acha de abordar esse tema numa comédia?

Uma maneira da gente se curar seria enxergando nosso problema de uma outra forma, e a comédia pode fazer isso. Ao rir dos nossos problemas, podemos refletir, e a reflexão pode levar a uma ação.

Selminha, na dificuldade, encontra apoio nos amigos, principalmente em Luane. Samantha tem essa mesma sorte? Quem é a Luane da sua vida?

A própria Katiuscia é uma delas! Mas tenho a sorte de ter amizades sólidas e de muito tempo. 

Na cena final, você divide o palco com Maiara e Maraisa, e mostra seu lado cantora. Estava no roteiro?

Estava, sim. Sempre esteve! Amo cantar e fico muito feliz quando consigo unir isso aos meus trabalhos de atriz. Sempre que posso, dou um jeito de cantar. É algo que me acompanha. Adoro números musicais em filmes.

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