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Pedro Novaes: “Eu boto a família na frente de tudo”

| 06/02/2020 13:01 h | Atualizado em 07/02/2020, 17:02

"Para mim, não tem rótulo. Não existe aquela coisa de você é mulherengo ou namora. Estou aberto para a vida”, disse
"Para mim, não tem rótulo. Não existe aquela coisa de você é mulherengo ou namora. Estou aberto para a vida”, disse |  Foto: Divulgação / Alexandre Weiss

Filho dos atores Marcello Novaes, 57, e Letícia Spiller, 46, o carioca Pedro Novaes, 23, tem seguido os passos dos pais sabendo bem qual é o espaço que eles ocupam dentro da sua vida.

“Boto a família na frente de tudo. Sou muito superprotetor, prezo muito, dou um valor absurdo! Essa relação é tudo. É onde a gente chora nossas mágoas, comemora nossas felicidades, então é bom estar tudo bem estabilizado, todo mundo se amando. Nem todas as famílias são assim, mas esse é o mundo ideal”, afirma ao AT2.

Pedro tem vivido seu primeiro papel fixo na TV, o Filipe de “Malhação: Toda Forma de Amar”. O personagem se viu dividido entre a mãe e a namorada, que disputam a guarda de sua irmã adotiva.

“É muito difícil esse conflito porque ele começa a entender também o lado da mãe da criança. É complicado porque ninguém tem 'culpa', falando de um modo geral. Defendo a guarda compartilhada, entendendo os dois lados e para todo mundo ficar bem”, diz.

O jovem se divide entre a dramaturgia e a música, que, aliás, é feita em família. Ele é baterista da Banda Fuze, que ainda conta com seu primo Felipe (baixo e segunda voz) e o irmão Diogo (primeira voz e violão), também filho de Marcello. O amigo Guilherme Fonseca completa o time, na guitarra.

“Estar no palco tocando com minha família é muito gostoso, mas também tenho gosto pela atuação, quero experimentar vários personagens diferentes ainda”, salienta.


Pedro Novaes, ator e músico “Meu negócio é cara a cara. Sentir energia”


AT2 - Filipe, de “Malhação: Toda Forma de Amar”, é seu primeiro papel fixo na TV. Como avalia essa experiência?
pedro novaes Entrei aberto a aprender e venho aprendendo a cada dia. Você vai aprendendo também a dosar o convívio, a exposição.

Depois de recusar convites, por que aceitar esse desafio?
Não tinha tanta vontade de fazer novela antes. Não me sentia preparado. Depois que me conheci mais como ser humano mesmo, tive vontade de experimentar, entender como é a dinâmica. E gostei.

Ir para a dramaturgia foi por influência de seus pais?
Com certeza, tem influência, porque nasci vendo eles trabalharem com isso. Sempre vi o lado e ruim desse ramo. Vendo como tudo isso aqui funciona, só tenho mais certeza de que eles são as duas pessoas mais incríveis que existem, minhas inspirações.
Mas, desde moleque, fiz teatro, filme e música. Tudo sempre andou junto na minha vida.

Seus pais te ajudaram na construção do personagem?
Eles sempre me deixaram muito à vontade para viver, sair experimentando as coisas por minha conta e me virar sozinho, e isso me trouxe muita maturidade. E continua sendo assim. Os passos, quem está dando, sou eu. Não estou embaixo das asas deles. Eles me dão toques, pergunto um monte de coisas, mas é tudo por minha conta.

Como tem lidado com o assédio do público?
Tenho muita humildade nesse quesito. Somos pessoas normais e lidamos com pessoas na vida. Então, parto desse princípio de que um ser humano respeita o outro.
Meus pais são pessoas muito humildes e respeitosas, e eu me espelho neles. Dou atenção para as pessoas que curtem meu trabalho, entendo que aquilo ali é uma troca.
Acredito que, quando a gente deita a cabeça no travesseiro à noite, a gente tem que estar bem com as atitudes que toma durante o dia. Preservo meu espírito e me conforto sabendo que tomei atitudes que fizeram a diferença para o bem. Acho que é assim que a gente faz a diferença no mundo.

Muitas vezes, o público torce para que o casal da ficção se torne real. Aliás, seus pais se conheceram atuando. Como é sua relação com a Alanis Guillen?
Eu sei que essas coisas acontecem. Está aí o exemplo mais grandioso de um acontecimento desse. Meus pais se apaixonaram e eu nasci dessa paixão, e entendo que essas coisas acontecem.
Eu e Alanis não estamos vivendo um romance assim, mas temos uma relação de amizade e carinho que vou levar para minha vida.

Segue solteiro? Como lida com a fama de mulherengo?
Não lido assim com a vida. Lido de forma mais leve. Para mim, não tem rótulo. Não existe aquela coisa de você é mulherengo ou namora.
Sigo solteiro e estou aberto para a vida. A vida entrega relações ao longo do nosso dia a dia que, às vezes, não são o amor da vida, mas que você vai viver uma coisa incrível. Se, por acaso, um dia eu encontrar uma pessoa que eu tenha uma troca boa, vou continuar com ela.

Usa aplicativos de namoro?
Não. Meu negócio é cara a cara. Para se conectar com uma pessoa e ter uma relação com ela, você precisa conhecê-la, sentir a energia dela. O toque é muito importante.

Quando se apaixona, vive esse amor assim como o Filipe?
Se entrou numa relação e está bom, tá legal, está feliz, segue! Não tem por que acabar, a não ser que a outra pessoa não queira. Aí você respeita. O Filipe tem uma coisa que eu não faria. Ele estava completamente apaixonado pela Rita, ela falou “não” e ele insistiu. Não sou essa pessoa que vai ficar insistindo. Na minha cabeça, tenho que respeitar a outra pessoa. Precisa ser uma coisa mútua.







                    

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