Pai do terror moderno, Stephen King diz que Trump chegou ao "fundo do poço"
Escritor usou as redes sociais para criticar a intervenção militar dos EUA na Venezuela e acusar interesses ligados ao petróleo
Com colaboração da redação doTribuna Online PE
Considerado pai do terror moderno, Stephen King criticou o presidente americano Donald Trump pela intervenção militar na Venezuela, que resultou na captura de Nicolás Maduro neste último sábado (3).
"Maduro não é um cara legal, concordo. Mas Putin também não é, e Trump estendeu o tapete vermelho para ele. Não se trata de drogas, mas sim de petróleo (que, de certa forma, é uma droga)", publicou o escritor em seu perfil no X (antigo Twitter) na tarde de sábado, 3.
Autor de obras de terror e suspense como O Iluminado, It: A Coisa e Carrie, A Estranha, King completou no post: "Quando você pensa que Trump chegou ao fundo do poço, ele desce um pouco mais".
King, que apoiou a candidata democrata, Kamala Harris, nas eleições dos Estados Unidos em 2024, é crítico ferrenho de Trump.
Ele também critica com frequência Elon Musk, ex-aliado de Trump e CEO da Tesla e do X - o autor chegou a anunciar que deixaria a rede social por ter se tornado "muito tóxica", mas logo retornou. Em seu perfil, compartilha sua visão política com mais de 6 milhões de seguidores.
Stephen Edwin King é um dos escritores mais populares e influentes da literatura contemporânea, conhecido principalmente por obras de terror, suspense, fantasia e ficção sobrenatural. Nasceu em 21 de setembro de 1947, em Portland, no estado do Maine (EUA), cenário que aparece com frequência em seus livros.
Ao longo da carreira, publicou mais de 60 romances e cerca de 200 contos, muitos deles adaptados para o cinema e a televisão. King costuma combinar elementos do horror com conflitos psicológicos, críticas sociais e dramas familiares, o que amplia o alcance de suas histórias para além do gênero.
O vínculo dele com o cinema acontece porque suas obras são massivamente adaptadas para filmes e séries.
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