A Odisseia, de Nolan, vira maior bilheteria da história da Universal
Longa estrelado por Matt Damon superou US$ 1,68 bilhão e se tornou o maior sucesso do estúdio fundado em 1912
Em cartaz há menos de dois meses, "A Odisseia", de Christopher Nolan, tornou-se o filme de maior bilheteria da história da Universal Pictures, fundada em 1912, com um total de US$ 1,68 bilhão em todo o mundo.
O estúdio de 114 anos anunciou o marco neste sábado (12), quando a arrecadação do longa estrelado por Matt Damon aumentará a bilheteria nos Estados Unidos e no Canadá para US$ 601,2 milhões.
A bilheteria internacional, por sua vez, chegará a US$ 1,083 bilhão em ingressos vendidos.
O filme de Nolan, rodado em diferentes partes do mundo em Imax 70 mm, reúne grandes nomes de Hollywood. Em seu oitavo fim de semana em cartaz, o épico recuperou a liderança nos cinemas.
O projeto teve a maior estreia da carreira de Nolan, superando "Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge", de 2012, e agora é o filme de maior bilheteria do diretor.
O longa é o primeiro filme que não é uma sequência a superar US$ 1 bilhão fora dos Estados Unidos e do Canadá desde 2009. O filme é produzido por Emma Thomas e Christopher Nolan por meio de sua produtora, Syncopy.
"O que Chris e Emma [Thomas] criaram entrará para a história como um dos filmes mais ambiciosos e brilhantemente realizados do cinema. Um acontecimento de uma geração, que revitaliza a própria experiência de ir ao cinema", afirmou Donna Langley, presidente da NBCUniversal Entertainment.
O resultado representa uma vitória para Nolan e também para a executiva, já que foi Donna Langley, à frente da estratégia criativa global e das operações comerciais do grupo cinematográfico, quem levou Nolan para a Universal após a saída do diretor da Warner Bros., em 2021.
A decisão abriu caminho para "Oppenheimer", vencedor do Oscar de melhor filme de 2024, e agora para "A Odisseia", que aparece agora entre os candidatos à mesma categoria.
O desempenho da Universal nas bilheterias em 2026 está em alta. O estúdio lidera o mercado, com participação de 26%, e já arrecadou quase US$ 5 bilhões no ano. É o primeiro estúdio a superar US$ 4 bilhões nas bilheterias mundiais em 2026 e também o primeiro a passar de US$ 3 bilhões no mercado internacional.
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