X

Olá! Você atingiu o número máximo de leituras de nossas matérias especiais.

Para ganhar 90 dias de acesso gratuito para ler nosso conteúdo premium, basta preencher os campos abaixo.

Já possui conta?

Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo

Entretenimento

Comédia assume ares de farsa ao retratar celebridade instantânea


De um dia para o outro, o professor Paul (Nicolas Cage) não consegue mais andar na rua. Sem querer, e sem entender, ele se torna uma celebridade instantânea. As pessoas, afinal, estão tendo sonhos com ele, mesmo sem conhecê-lo.

A partir dessa premissa, O Homem dos Sonhos, em cartaz nos cinemas, mostra Paul entre o céu e o inferno, entre a comédia e a tragédia. Ele não sabe explicar o que houve, mas vê uma oportunidade de crescimento profissional, econômico e social. No entanto, o diretor e roteirista Kristoffer Borgli vai além. Sonhos se tornam pesadelos. Paul deixa de ser amado.

O Homem dos Sonhos, assim, se revela como uma comédia farsesca afinada com a realidade. Navegando em conceitos do inconsciente coletivo de Carl Gustav Jung, o filme traz comentários sobre a fama instantânea que a internet trouxe.

Mas a internet e Borgli, consciente da pequenez de seu protagonista, não são clementes. Um deslize e pronto: vem o cancelamento. Não importa se Paul tem alguma culpa nessa história. Se ele está no topo, é preciso derrubá-lo.

O Homem dos Sonhos sabe o que dizer, ainda que não saiba como terminar a história. O final é um tanto abobalhado, seguindo um desfecho pouco interessante. Pelo menos, no processo, encontramos ideias interessantes, uma boa dose de reflexão sobre a fama - e o ator Nicolas Cage em um de seus melhores trabalhos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Leia os termos de uso

SUGERIMOS PARA VOCÊ: