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VÍDEO | Vovó é a rainha das embaixadinhas em Vila Velha e faz sucesso na internet

| 08/07/2021 09:06 h | Atualizado em 08/07/2021, 10:19

Aos 57 anos, a comerciante Maria Nilda Pereira Passos, que viralizou nas redes sociais nos últimos dias, tem um sonho: entrar para o Guinness Book, o Livro do Recordes, com um hobby de muitos anos, a embaixadinha.

Maria Nilda Pereira Passos, de 57 anos, sonha em entrar para o Livro do Recordes fazendo embaixadinhas.
Maria Nilda Pereira Passos, de 57 anos, sonha em entrar para o Livro do Recordes fazendo embaixadinhas. |  Foto: Vanessa Calmon

A moradora de Itaparica, em Vila Velha, é autodidata e apaixonada pela bola. "Sempre gostei, mas tenho um sonho de bater um recorde. De ultrapassar 15 km, fazer desafios e ir pro Guinness nem que seja na categoria 'master'", disse Nilda.

Na última terça-feira (6), um vídeo dela fazendo embaixadinhas no calçadão de Itaparica viralizou na internet após ser compartilhado em um perfil sobre futebol. A publicação já tem mais de 456 mil visualizações.

Nilda contou que, no auge dos treinos, já fez 54 mil embaixadinhas. "Em 2018, eu estava no auge, treinando bastante. Fiz 13 km em 4h50min e, parada, fiz embaixadinhas durante 5 horas. Uma vez, pedi um amigo para fazer uma contagem a cada meia hora e deu uma média de 6 mil embaixadinhas. Aí eles multiplicaram lá e deu 54 mil embaixadinhas", disse.

O futebol está presente na vida da comerciante desde a infância, mas sem incentivo para seguir no esporte, Nilda levou a prática da embaixadinha a diante como hobby e atividade física.

"Quando eu era adolescente, joguei futebol por dois anos no máximo, mas não levei a frente não porque não tinha profissional na época. Não tinha futuro e era uma discriminação danada. Ninguém apoiava o futebol feminino. Fazia mais pelo hobby e pela atividade física. Mas sempre fiz esportes, sempre fui atleta, já pratiquei vôlei e basquete".

Nilda disse que o amor pela bola foi herdado pelo neto. "Minha inspiração foi o rei Pelé, na copa de 70. Meu filho joga um pouquinho, tem uma 'habilidadezinha', mas não tanto quanto a mãe (risos). Agora tem o herdeiro, meu netinho de 2 anos e 8 meses, que aparece no vídeo. Ele adora bola. Só dou bola de presente para ele".

A comerciante, que tem uma cantina em uma área de camping em Setiba, disse que nunca ganhou dinheiro com apresentações.

"As pessoas tinham que valorizar meu talento. Já treinei muito para quebrar recorde, mas, de repente, eu tenho que parar para trabalhar, pagar minhas contas. Mas eu continuo porque amo de paixão a bola. Só gosto de bater bola na praia, sempre tiro um tempinho para me exercitar pela praia ou pelo calçadão. Vou até Itapuã", disse.

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