X

Olá, faça o seu cadastro para ter acesso a este conteúdo

*Você não será cobrado

Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

Atitude da banda Instinto Sagrado

| 22/03/2021 17:26 h | Atualizado em 23/03/2021, 12:24

O grupo Instinto Sagrado se prepara para lançar o primeiro clipe da carreira na próxima sexta-feira. Trata-se da faixa “Atitude”, que integra o EP homônimo do grupo liderado pelo vocalista capixaba Paulo Borges.

Apesar de ter sido lançado no fim de 2019, o trabalho, composto por cinco faixas, chegou às plataformas de streaming em 2020.

Segundo Paulo, o lançamento desse primeiro vídeo é apenas o primeiro passo para o planejamento da banda, que mistura reggae, rock e soul, para este ano.

“Gravamos os clipes de todas as músicas do EP antes da pandemia e vamos lançar ao longo do ano”, afirma o vocalista, que é acompanhado na banda por Pedrinho Fonseca (guitarra), Luiz Gomes (baixo) e Alexandre Alves (bateria).

A banda mistura reggae, rock e soul e faz covers de grupos nacionais, como Engenheiros do Hawaii.
A banda mistura reggae, rock e soul e faz covers de grupos nacionais, como Engenheiros do Hawaii. |  Foto: Divulgação/Instinto Sagrado

Um detalhe interessante sobre o grupo é que eles começaram fazendo tributo de O Rappa e Charlie Brown Jr. Só depois é que compuseram suas músicas.

Outra curiosidade é que apenas Paulo vive no Espírito Santo. Os demais músicos são do Rio de Janeiro e trabalham ou acompanham grandes artistas nacionais.

Um deles é o baixista Luiz Gomes. O músico também toca com o grupo de pagode Molejo.

Já Pedrinho Fonseca é produtor musical de um estúdio de gravação localizado no Rio e responsável por gravar sambas-enredo de nomes como Neguinho da Beija-Flor.

Com time de peso, é de se esperar que novas faixas do Instinto Sagrado sejam lançadas em breve, mesmo diante das dificuldades impostas pela pandemia.

“Nós estávamos meio parados, mas voltamos e estamos gravando uma versão de 'Somos Quem Podemos Ser', do Engenheiros do Hawaii. A ideia é soltar esse e outros covers entre os lançamentos dos clipes do EP”, afirma Paulo.

Junto a essas versões, outro passo que a banda pretende dar, sem deixar a cautela de lado, é gravar um novo trabalho de autorais.

“Temos cerca de dez faixas prontas e começamos a pensar a questão do álbum. Pretendemos gravar ainda neste ano”, diz o vocalista.


“Com resiliência e fé, nós vamos seguir em frente”


AT2 Você é do Espírito Santo e os integrantes da banda vivem no Rio. Como se uniram?

Paulo Borges Em 2015, eu participei do programa “Máquina da Fama”, do SBT/TV Tribuna, fazendo um tributo ao Falcão, vocalista da banda O Rappa. E, dois anos depois, em 2017, o produtor Luciano Rosa, do Rio, viu esse trabalho e me chamou para fazer alguns shows covers do Rappa

E a ideia de fazer as próprias músicas? Como surgiu?

Quando ia para o Rio, ficava na casa do Luciano. Nos tempos vagos, tocávamos e acabamos compondo algumas faixas. Das cinco faixas do EP, três são dele, uma é foi composta por mim e a outra nós escrevemos juntos.

O clipe de “Atitude” foi gravado no Rio. Além de vocês tocando, ele tem algumas cenas externas. O que quiseram passar com esse trabalho visual?

“Atitude” trabalha a questão da ação e do contexto social. Trabalhamos com a ideia de que a bomba está aí e vai estourar a qualquer momento. É algo bem atual neste momento da pandemia. 

Qual mensagem desejam passar nas músicas?

Resolvemos fazer esse trabalho autoral porque nossas ideias bateram, que é falar sobre positividade, sobre as coisas que vêm acontecendo no mundo. Além de abordar questões sociais e espiritualidade. 

Acredita que é fundamental passar mensagens positivas neste momento?

É muito importante! Pois é sempre depois da tempestade que raia o sol. Acredito que, com resiliência e fé, nós vamos seguir em frente.

O som de vocês possui referências de vários estilos. Crê que é possível defini-lo?

Nós tocamos o que gostamos. Não nos limitamos tanto a um estilo. A gente toca roots, rock, reggae, soul e também misturamos um pouco de rap, como vai acontecer nas novas faixas autorais.

Pode falar mais como essas novas faixas vão soar?

Colocamos um pouco da nossa cara. O Pedrinho é do samba, mas toca muito rock, como Van Halen. Eu, por exemplo, faço há anos shows, como tributo a Bob Marley. Quando você ouve o nosso som, vê que tem a identidade de cada um. Tem também muita influência do Rappa e do Charlie Brown, mas acho que nosso som é um pouco de cada integrante.

O que, para você, significa o Instinto Sagrado?

É mistura de influências e usamos essa mistura para expressar um pouco das nossas reflexões. 

Quer receber as últimas notícias do Tribuna online? Entre agora em um de nossos grupos de Whatsapp

MATÉRIAS RELACIONADAS