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Ele não
Painel da Folha de São Paulo

Ele não

Os critérios para definir quem pode participar dos movimentos da sociedade civil criados em defesa da democracia estão gerando debates dentro dos grupos. Ainda que se disponham a congregar pessoas de múltiplos pontos do espectro ideológico, há diferenças que podem ser irreconciliáveis.

No caso do “Juntos pela Democracia”, diz-se que a porta está quase totalmente aberta. “Entrarão todos, menos os fascistas. Moro, fora. É o limite”, diz o jornalista Juca Kfouri, um dos articuladores.

Espalha roda
No “Basta”, que reúne juristas e advogados, Moro também não seria bem recebido. “Natural que exista constrangimento com a adesão de algumas pessoas. Estas mesmas figuras são responsáveis diretas por parte importante das mazelas do País”, diz o advogado Marco Aurélio Carvalho, um dos articuladores do manifesto.

Verão passado
“Não se pode esquecer que o bolsonarismo é filho legítimo da Lava a Jato e do golpe de 2016”, completa. A presença da assinatura do ex-procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, da Lava a Jato, quase fez com que o advogado Carlos de Almeida Castro, o Kakay, retirasse seu apoio.

Pode chegar I
O “Somos 70%”, inspirado em resultado de pesquisa do Datafolha, foi criado pelo economista Eduardo Moreira e disseminou-se de forma descentralizada nas redes sociais. Por esse caráter difuso, Moro teria mais facilidade em se juntar ao clube: bastaria publicar a hashtag do movimento em seu perfil.

Pode chegar II
“Essa é a diferença do Somos 70%. Não é um movimento com dono, não escolhe as pessoas. As pessoas que o escolhem”, diz Moreira. “Qualquer um que esteja contra o governo faz parte. É uma constatação. Não tem lista nem veto”, completa.

Clique
E não repudiaria se Moro se juntasse? “Poderia dizer assim: 'Sergio Moro, penso absolutamente diferente de você em relação a caminhos para o País'. E é isso aí. Estamos os dois contra o governo”, responde Moreira. “As pessoas querem foto de Moro abraçado com Flávio Dino. Isso não vai ter e é isso que faz o fracasso dos movimentos. Vira movimento de vaidade”, diz.

Protesto
O abaixo-assinado feito a favor do processo tradicional de escolha do PGR, ou seja, contra Augusto Aras, foi encaminhado para a associação da categoria com 655 adesões. A entidade vai encaminhar ao Legislativo.

Avenida
Denunciado sob suspeita de corrupção passiva, o desembargador Alexandre Victor de Carvalho conseguirá tomar posse como presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais sem ter seu caso analisado pelo Superior Tribunal de Justiça. Ele assume dia 18 de junho.

Mais tarde
O ministro Herman Benjamin tinha agendado para hoje o julgamento do processo. A defesa de Carvalho, no entanto, pediu a retirada do caso da pauta, para que seja analisado somente em sessão presencial, após a crise, portanto.

Histórico
O desembargador é acusado de negociar com políticos e agentes públicos a nomeação da mulher e do filho em cargos públicos. O caso foi revelado em maio do ano passado.

Aviso prévio
Apesar de ter ficado forte de novo no entorno do governo a possibilidade de recriação da pasta da Segurança Pública, André Mendonça (Justiça) não recebeu de Jair Bolsonaro nenhuma indicação de fatiamento de seu ministério. Ele tem nomeado novos secretários e mexido em todas as equipes.

Descontrolado
Ao menos 12 funcionários que trabalham em escritório da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) em Santo Amaro, na zona sul de São Paulo, contraíram coronavírus desde o começo da pandemia no Brasil. Eles atribuem a explosão de casos à política da empresa de adotar um home office seletivo.

Outro lado
Procurada pelo Painel, a CSN não respondeu até a publicação da coluna.

Seletivo
Na CSN, dizem os funcionários (que preferem não se identificar para evitar retaliações), há uma avaliação caso a caso sobre aqueles que poderão trabalhar remotamente ou não. Apenas a um número restrito deles foi dado o direito de trabalhar de suas casas.

Tiroteio

“Ao defender que as Forças Armadas são o poder moderador, Aras vestiu a carapuça de conspirador-geral da República”.

Do deputado federal Marcelo Freixo (Psol-RJ), sobre as declarações do procurador-geral da República ao jornalista Pedro Bial, na TV Globo.

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