Destaques no Sisu: emoção, festa e muita alegria após aprovação
A aprovação em universidades transformou esforço e ansiedade em celebração
Emoção, festa e muita alegria após a divulgação dos resultados do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A aprovação em universidades transformou esforço e ansiedade em celebração, com direito a abraços, lágrimas, comemorações em família e homenagens aos novos calouros.
Estudantes do Centro Educacional Leonardo da Vinci, Tales Vianna, de 17 anos, Laura Simmer, 18, e Marina Abreu, 17, estavam radiantes com as aprovações em Engenharia de Produção, Ciências Econômicas e Engenharia de Computação, respectivamente.
Tales disse que a rotina de estudos era bem puxada, mas nos fins de semanas descansava. “Encontrava amigos para distrair um pouco a mente”.
Ao saber do resultado, foi a hora de comemorar. “Ficamos muito felizes aqui em casa, combinei com uns amigos de voltar à escola para raspar a minha cabeça, me pintar, e ver alguns professores que foram essenciais para o meu ano de estudo e para a minha vida toda no Leonardo”.
Laura contou que como o horário era integral, passava o dia todo assistindo às aulas da escola. “Depois das 17h30, eu ia para casa e estudava sozinha por mais umas três horas todos os dias da semana, priorizando provas antigas e questões sobre os conteúdos vistos na semana”.
Ela disse que nos finais de semana também estudava, mas nunca abriu mão de fazer atividade física e de passar um tempo com a família e com os amigos. Laura não vai estudar na Ufes. “O meu sonho sempre foi fazer faculdade em São Paulo. Eu passei no Insper e na FGV também, e optei por fazer Economia no Insper”.
De mudança para São Paulo, Marina conta que na reta final se dedicou em revisar o conteúdo do ano inteiro e usou um caderno para anotar os detalhes mais importantes.
“Uma das melhores sensações foi o momento das aprovações, em que pude colher o resultado de tanto esforço. Fui aprovada em Engenharia da Computação no Insper, na Ufes, na Inteli (SP) e no Ibmec”.
Nono lugar em Psicologia na Ufes, Arthur Reis e Silva Pantalião, 18, comemora a aprovação e conta que toda a sua trajetória estudantil foi trilhada na Escola Monteiro.
“A escola contribuiu bastante no resultado obtido. A forma de ensinar, o protagonismo, a autonomia, a proximidade com os professores. Tudo isso fez a diferença”, afirma ele que, agora, se prepara para seguir o caminho dos pais.
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