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Candidatos a reitor contam o que querem mudar na Ufes

| 05/12/2019 10:41 h | Atualizado em 05/12/2019, 18:02

Campus da Ufes:  há chances para professores efetivos nos cursos de Medicina, Administração e Arquivologia.
Campus da Ufes: há chances para professores efetivos nos cursos de Medicina, Administração e Arquivologia. |  Foto: Leone Iglesias -- 30/09/2019

A lista tríplice de candidatos ao cargo de reitor de Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) será definida pelos conselheiros da instituição nesta quinta-feira (5), às 13h30, no prédio da reitoria, no campus de Goiabeiras, em Vitória.

Após a escolha dos três nomes, o documento será enviado a Brasília, nos próximos dias, para que o presidente Jair Bolsonaro possa escolher, até 14 de março do ano que vem, quem vai comandar a instituição de 2020 a 2023.

Cinco nomes estão na disputa e, entre as propostas para a Ufes, estão a criação de uma secretaria para garantir políticas de inclusão dos estudantes, a otimização dos recursos e até o combate às drogas nas unidades da universidade.

Os candidatos são os professores Surama Freitas, Ethel Leonor Noia Maciel, Gláucia Rodrigues de Abreu, Paulo Sérgio de Paula Vargas e Rogério Faleiros. O Presidente pode ainda escolher outra pessoa que não esteja na lista tríplice.

Disputa

Atual vice-reitora, Ethel venceu a consulta feita com professores, alunos e servidores da Ufes, em novembro, alcançando 67,5% dos votos válidos (5.879 votos).

“Propomos a criação da Secretaria de Promoção à Saúde e da Secretaria de Inclusão Social e Acessibilidade, ambas pautas fundamentais do nosso programa de gestão”.

Embora a eleição tenha cinco candidatos, além de Ethel, apenas Gláucia participou da consulta com a comunidade acadêmica.

Gláucia teve 32,5% dos votos (1.867 votos) e lamentou que os demais candidatos não tenham participado. Entre suas propostas está a otimização dos recursos da universidade. “Vamos trabalhar uma aproximação da universidade com a sociedade capixaba. A universidade tem um potencial fabuloso e pode ajudar no desenvolvimento de todas as áreas”, disse ela.

Já a professora Surama destacou a descentralização de cada campus e o combate ao tráfico de drogas. “Queremos colocar maior efetivo da Polícia Militar armada para coibir a presença, o tráfico e o uso de drogas, e ampliar o monitoramento”.

A reportagem tentou contato com Paulo Sérgio e Rogério, mas, por meio da assessoria da Ufes, informaram que não falariam antes da eleição.


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